App Flipboard agora permite que usuário crie revistas

O app de notícias Flipboard chega à versão 2.0 com novidades como a possibilidade de o usuário colecionar artigos e montar uma revista personalizada

São Paulo — O popular app de notícias Flipboard, que já soma 50 milhões de usuários, passou, nesta semana, por uma reforma geral, a maior em seus três anos de existência. 

As novidades, já disponíveis na edição para iPhone e iPad (grátis na App Store), incluem melhor integração com redes sociais e a possibilidade de cada um compor sua própria revista digital, escolhendo o que será incluído nela. Os autores prometem levar essas mudanças à edição para Android nas próximas semanas.

Visualmente, a nova versão é muito parecida com a anterior. As notícias são apresentadas no formato página de revista, que o Flipboard popularizou e outros apps imitaram. Para montar uma revista personalizada, basta tocar num sinal de mais que aparece junto às fotos.

O app oferece opções para criar uma revista nova ou adicionar aquele item a uma já existente. Alguém interessado em carros, por exemplo, pode ir colecionando notícias e fotos de automóveis dessa maneira. Depois, a revista pode ser editada por meio de uma ferramenta online e compartilhada. 

No menu do Flipboard, é possível abrir revistas montadas por outras pessoas. O Flipboard também melhoramentos na ferramenta de busca. Quando ela é usada, a pesquisa lista tanto artigos avulsos como revistas e canais de notícias relacionados com o termo pesquisado. 

Quando se abre um item, seja nas páginas comuns de notícias ou em revistas, aparecem, no pé da página, ícones que permitam interagir sobre eles nas redes sociais. Se aquele notícia veio via Facebook, por exemplo, pode-se curti-la ou publicar um comentário. No caso do Twitter, há a opção de retuitar ou marcar o item como favorito.

Usuários do Google Reader, que deve ser desativado em 1º de julho, pode transferir suas assinaturas de canais de notícias para o Flipboard. Basta vincular a conta do Reader ao Flipboard para que as assinaturas sejam importadas e continuem funcionando mesmo quando o Reader for mandado para o cemitério do Google.