Os carros mais difíceis e caros para consertar

Veja quais são os carros que têm maior custo de conserto em caso de batida leve. Os dados são do Cesvi e correspondem a 2017

São Paulo – Antes de escolher um carro vale a pena verificar se o modelo é difícil e caro para consertar de forma a evitar prejuízos e dores de cabeça no futuro.

Para ajudar o comprador na escolha do veículo mais adequado, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) analisou a relação entre custo e facilidade de reparo de 23 carros ao longo de 2017.

No ano passado, o veículo que foi mais difícil e caro para consertar no período foi o Fiat Novo Palio, seguido pelo Fiat Grand Siena e o Citroën C4 Lounge.

Os modelos analisados pelo Cesvi foram: Volkswagen UP!. Chery New QQ, Citroen Novo C3 Hatch, Volkswagen Novo Fox, Peugeot 208, Renault Sandero, Toyota Etios Hatch, Chery Novo Celer Hatch, Volkswagen Novo Gol, GM Ônix Joy, Ford New Fiesta, Fiat Novo Uno, Fiat Novo Palio, Volkswagen Cross UP!, Volkswagen Nova Saveiro GVII, Volkswagen Nova Saveiro CD GVII, Citroen Novo Aircross, Toyota Etios Sedan, Chery Novo Celer Sedan, GM Prisma Joy, Volkswagen Voyage, Fiat Grand Siena, Citroen C4 Lounge, VW Spacefox, Peugeot 2008, Jeep Renegade, Ford Ecosport e Suzuki Jimny.

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Para chegar ao índice de reparabilidade, o Cesvi testa como cada modelo reage a uma batida leve. Colisões deste tipo correspondem a 75% das ocorrências registradas nas grandes cidades.

O indicador varia de 10 a 60. Quanto maior a nota, mais difícil e caro é o conserto do carro, e vice-versa. Após um ano, os veículos que mantiveram as piores médias passam a compor o ranking.

Os carros foram analisados por solicitações das próprias montadoras. O estudo contempla veículos fabricados no Brasil, Mercosul e importados. Estão excluídos modelos fora de linha de produção, esportivos fora-de-série, picapes e utilitários com peso superior a 2,3 kg.

Confira nas fotos a seguir os modelos que receberam as piores notas em 2017, segundo o Cesvi:

1º) Fiat Novo Palio

4 - Palio

 (Fiat/Divulgação)

Categoria: Hatch compacto

Índice: 50

2º) Fiat Grand Siena

Novo sedã Fiat Grand Siena 2014 Novo sedã Fiat Grand Siena 2014

Novo sedã Fiat Grand Siena 2014 (Fiat/Divulgação)

Categoria: Sedan compacto

Índice: 44

3º) Citroën C4 Lounge

Citroën C4 Lounge Citroën C4 Lounge

Citroën C4 Lounge (Citroën/Divulgação)

Categoria: Sedan médio

Índice: 43

4º) Fiat Novo Uno

 (Fiat/Divulgação)

Categoria: Hatch compacto

Índice: 41

5º) Ford Ecosport

Novo Ford EcoSport 2018 Novo Ford EcoSport 2018

Novo Ford EcoSport 2018 (Ford/Divulgação)

Categoria: Utilitário esportivo

Índice: 37

6º) Jeep Renegade

Jeep Renegade Trailhawk Jeep Renegade

Jeep Renegade (Jeep/Divulgação)

Categoria: Utilitário esportivo

Índice: 37

7º) Suzuki Jimny

Suzuki Jimny

Suzuki Jimny (Suzuki/Divulgação)

Categoria: Utilitário esportivo off-road

Índice: 33

8°) Ford New Fiesta

Ford New Fiesta S 1.5 2014 Ford New Fiesta

Ford New Fiesta (Ford/Divulgação)

Categoria: Hatch compacto

Índice: 31

9º) Citroën Novo Aircross

Citroën Aircross

Citroën Aircross (Citroën/Divulgação)

Categoria: Minivan compacta

Índice: 30

10º) Peugeot 2008

Peugeot 2008

Peugeot 2008 (Peugeot/Divulgação)

Categoria: Utilitário esportivo

Índice: 29

Metodologia

Os veículos de uma mesma categoria passam por testes de impacto em baixa velocidade (15 km/h), nos quais há colisão da dianteira esquerda e da traseira direita.

Depois da batida, o carro é levado a uma oficina, onde são analisados os danos, o tempo e o custo do reparo, além dos preços das peças que terão de ser substituídas.

O conserto do impacto dianteiro tem 60% de peso no índice, enquanto a batida traseira representa 25%. O custo de uma cesta com 15 peças que costumam ser mais danificadas e o valor da mão de obra equivalem a 15% do cálculo.