Praia Grande puxa a retomada no setor imobiliário do litoral paulista

Até 2011, o crescimento mais forte no litoral ocorria em Santos por causa dos impactos do pré-sal. Agora, Praia Grande puxa a retomada.

Passada a euforia com a exploração do pré-sal, que provocou um aquecimento momentâneo das vendas, o mercado do litoral paulista tenta se recuperar. Raros lançamentos e queima de estoque, ainda elevado, caracterizam as cidades da região. Considerando o período de julho de 2014 a junho de 2017, o total de imóveis encalhados na Baixada Santista diminuiu 31%. A oferta final (imóveis vendidos menos lançados) totalizou 4.146 unidades. A expectativa é que a redução do estoque abra espaço para a retomada dos lançamentos. Até 2011, o crescimento mais forte no litoral ocorria em Santos por causa dos impactos do pré-sal. Agora, Praia Grande puxa a retomada. A cidade foi responsável por 51% das unidades lançadas e por 56% das unidades vendidas na Baixada Santista em 2017, seguida por Santos (32% e 21%, respectivamente). “Praia Grande é a bola da vez. Os preços são mais realistas e não inflaram como em Santos”, afirma Carlos Meschini, dono de uma imobiliária na região.

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