Cartas & E-mails – A Odebrecht e seus demônios

Confia as cartas e os e-mails que chegaram à redação de EXAME sobre a última edição da revista, que tem a Odebrecht como tema em destaque

Os desafios da Odebrecht

Quem pagou para ver Marcelo Odebrecht longe do comando da construtora fundada por seu avô, e da qual ele é herdeiro, se deu muito mal. Afinal, como mostra a reportagem de EXAME, as opiniões de Marcelo sobre a condução da empresa estão prevalecendo e ele vem detonando seus antigos amigos (A Odebrecht e seus demônios, 27 de junho). A empresa, que já foi a maior do setor, ainda está  cambaleando. Mas espero que, após a higienização da Lava-Jato, ela possa voltar a ser conhecida mais pela sua capacidade e competência do que pelas falcatruas em que se envolveu.

Antonio Jose G. Marques, Rio de Janeiro, RJ


Parabenizo a equipe de EXAME- pela reportagem sobre a -Odebrecht. É um assunto que, apesar de já ter sido muito falado, foi abordado de uma forma excepcional e imparcial. Parabéns!

Luana Cazali da Silva, Casa Branca, SP


POLÍTICA

Na entrevista a EXAME (“O Brasil vive uma tempestade perfeita”, 13 de junho), o professor de Harvard Steven Levitsky, autor do livro How Democracies Die, chama de “questionável” o impeachment de Dilma Rousseff, sem levar em conta o desastre econômico que o país sofria e cujas consequências terríveis levaremos anos para amortizar. O movimento contra toda essa maré danosa aos interesses da nação reuniu milhões de cidadãos nas ruas de um modo pacífico e foi um dos poucos momentos gloriosos de nossa esquálida democracia. Questionável foi, e é, o modo como a esquerda latino-americana insiste em tomar o poder para si, sem nunca agir na gestão pública de maneira responsável, civilizada e eficaz.

Silas Veloso, Belo Horizonte, MG


POLÍTICA (2)

Apreciei o comentário de Bolívar Lamounier, em entrevista a EXAME, de que o Brasil é um país refém do corporativismo (O caos. E ainda pode piorar, 13 de junho).  Na minha opinião, também há corporativismo no Banco do Brasil, na Receita Federal e no Banco Central. O maior erro estratégico do Brasil foi a construção de Brasília. Apesar das boas intenções, ela deu espaço para que a burocracia estendesse a sua ação.

Luís Gaj, São Paulo, SP


CARTÕES

Com relação à reportagem O novo filão das fintechs (13 de junho), gostaríamos de informar que o valor cobrado por saque nos caixas eletrônicos da rede Banco24Horas é definido pelas instituições financeiras, e não pelo Banco24Horas. As instituições financeiras podem oferecer saques gratuitos e outras transações dentro de um pacote de serviços contratado pelo consumidor, que incluem as operações feitas nos caixas eletrônicos.

Luiz Stefani, Diretor de Autoatendimento da TecBan, empresa que administra

a rede Banco24Horas


EDIÇÃO ESPECIAL

O número da revista EXAME dedicado às novas tecnologias e seu impacto para a indústria é muito útil para o país (Como construir o Brasil 4.0, 30 de maio). Fica claro que, com pequenos ajustes, tanto por parte do setor público quanto do setor privado, é possível ampliar o investimento e dar um melhor direcionamento para que o Brasil seja capaz de se ajustar à Quarta Revolução Industrial. Um exemplo é destinando mais recursos para pesquisas, em especial para organismos como a Embrapa e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

José de Jesus Moraes Rego, Brasília, DF


TECNOLOGIA

Sou assinante da revista e gostaria de -dizer que senti falta de a reportagem mencionar a loja online de vinhos Wine.com.br na reportagem Um brinde ao digital (14 de abril), que trata sobre o mercado de vinhos na internet. Sou assinante da –Wine.com.br e acredito que seja uma das maiores distribuidoras e vendedoras de vinhos online no Brasil.

Carlos Gustavo Zahluth Monteiro, Frutal, MG