Cartas & E-mails — Envelhecer com saúde

Confira as cartas e os e-mails que chegaram à redação de EXAME sobre a última edição da revista, que tem a saúde dos brasileiros em destaque

Parabéns a EXAME pelas reportagens da edição especial sobre saúde

(Um Brasil mais velho e mais saudável, 11 de julho). No entanto, gostaria de dizer que me parece cada vez mais difícil envelhecer com saúde no Brasil. Isso é impossível num país onde a população trabalha exaustivamente para ganhar um salário baixo e onde a criminalidade se disseminou — sem falar

na poluição e no estresse mental provocados pelo trânsito. No Brasil, as pessoas sonham em se aposentar para descansar, pois não aguentam o ritmo de vida e a cobrança excessiva de impostos.


Em oposição às propostas socialistas, paí-ses com propostas liberais, como Singapura, vêm dando respostas eficazes às demandas sociais (O melhor custo-benefício, 11 de julho). Singapura ocupa o segundo lugar no ranking da liberdade econômica. O Brasil, que tem serviços públicos caros e ineficientes (saúde, educação etc.), precisa pelo menos investigar outras opções para atender a essas demandas.

David Anderson

Via Facebook


Morei na Holanda. Acho que a reportagem sobre o sistema público de saúde do país só viu o lado positivo (O caminho da Holanda, 11 de julho). Para tudo, é preciso passar pelo médico do bairro. Se tiver sorte e o médico for bom, ótimo. Senão, é preciso conviver com ele sem chance de mudar. Além disso, para se consultar com um especialista, só com autorização dele. Para ser atendido no pronto-socorro, também. O sistema tem coisas boas. Mas, se compararmos com planos de saúde do Brasil, o atendimento é inferior.

Valdir Casagrande

Via Facebook


Parabéns à equipe de EXAME pela edição especial sobre o mercado de saúde no Brasil e no mundo. Apenas senti falta de a revista falar sobre a colaboração crescente da telemedicina na solução de muitos problemas na saúde do país. Por exemplo: reduzir as filas nos hospitais fazendo exames a distância e fazer home-care, permitir o acesso à medicina de ponta em lugares distantes das capitais.

Alfredo Collado

São Paulo, SP


ESTADOS UNIDOS

Se existe um país que não tem base para criticar as guerras fiscais no mundo e as tarifas de importação impostas agora pelos Estados Unidos à China, como mostra a reportagem, esse país é o Brasil (Uma guerra sem vencedores, 11 de julho). Alguns produtos chegam a ter uma taxa de importação de 60% por aqui. E o governo trava uma guerra fiscal com os próprios brasileiros, embutindo impostos em cascata sobre os produtos.

Douglas do Espírito Santo

Via Facebook


COMO FAZER

Chamou a atenção a reportagem na seção Como Fazer que tratou sobre o programa de fidelidade da companhia aérea Azul (Um time feito para acelerar, 11 de julho). Moro em Curitiba, dou aula em São Paulo e trabalho em vários locais, o que me faz viajar de avião duas ou três vezes por semana. Em maio, passei a fazer parte do Clube TudoAzul e posso dizer que o programa é nota zero. Desde junho, o sistema vive fora do ar e não é possível registrar os pontos. O atendimento pelo telefone é péssimo. E o pessoal nos aeroportos diz que não tem informação.

Paulo Vieira de Campos

Curitiba, PR


VAREJO

A respeito da reportagem publicada na edição 1164, sobre as dificuldades do Walmart no Brasil (Deixa que eu resolvo, 27 de junho), gostaria de fazer um comentário, quase uma piada. Um amigo, gerente de uma das lojas da rede aqui em Salvador, informou que a reforma da loja se estendeu por mais tempo que o previsto, pois o projetista exigiu uma laje no teto capaz de resistir a 4 toneladas de neve. Isso mesmo! Quando o Walmart entender que não está nos Estados Unidos, e sim no Brasil, talvez os lucros apareçam.

Carlos Amaral Jr.

Salvador, BA


Comentários sobre o conteúdo editorial de EXAME,

sugestões e críticas a reportagens

redacao.exame@abril.com.br

Fax (11) 3037-2027, Caixa Postal 11079,  CEP 05422-970, São Paulo, SP