Cartas & E-mails — Guia de Imóveis 2018

Leia os comentários dos leitores de EXAME sobre a edição 1161 da revista, que trouxe, como tema principal, o Guia de Imóveis 2018

A maior pesquisa de imóveis do país

O especial de capa (O que saber antes de comprar, 16 de maio) é um belo trabalho, como sempre, de EXAME. Com tantos altos e baixos na economia e no mercado imobiliário, as dicas das reportagens, sem dúvida alguma, vão ajudar os brasileiros a investir mais corretamente, evitando armadilhas. O cenário do país está instável, e um guia desse porte, com vários detalhes, torna-se fundamental na hora de escolher onde e como aplicar nosso rico dinheirinho para minimizar perdas.

Antônio Gomes Marques – Rio de Janeiro, RJ

Infraestrutura

Ao ler as matérias Um país de obras inacabadas e Uma rede de problemas (2 de maio), não consigo deixar de pensar no general Golbery do Couto e Silva, eminência parda do governo do presidente Ernesto Geisel, que afirmava: “Fora do poder não há salvação”. Pois o poder, como tal, deve ser inebriante e até afrodisíaco, pois não consigo entender como as pessoas se digladiam para alcançá-lo  em suas múltiplas esferas. O Brasil é um país que assusta diante da imensidade de seus problemas, que, obviamente, não vou elencar por falta de espaço. É difícil encarar nossa realidade e termos laivos de otimismo.

Antonio Carlos da Fonseca Neto – Salvador, BA

Dizem que, certa feita, o general e estadista francês Charles de Gaulle afirmou que o Brasil não era um país sério. Se não disse, deveria ter dito. É inconcebível esse descalabro esmiuçado no artigo da  jornalista Roberta Paduan (Um país de obras inacabadas, 2 de maio), deixando patente como o dinheiro dos impostos pagos pelo contribuinte é mal administrado ou simplesmente roubado. O Brasil, que já desponta como campeão em indesejáveis modalidades, deve também levar o primeiro lugar no item obras inacabadas.

Alberto de Sousa Bezerril – Natal, RN

Com base na leitura da reportagem Um país de obras inacabadas (2 de maio), torna-se claro que é preciso reorganizar a infraestrutura do país. O primeiro aspecto é ter um programa de infraestrutura global e de longo prazo, com a retomada dos projetos paralisados, que atingem a infraestrutura e que podem ser aprimorados na execução. A avaliação da infraestrutura do país deve ser permanente.

José de Jesus Moraes Rego – Brasília, DF

J.R. Guzzo

Lendo o artigo de J.R. Guzzo na última edição da revista (A verdade científica, 16 de maio), deparei com a análise do colunista a respeito de um levantamento realizado pelo United States Geological Survey em parceria com a Nasa que constatou que apenas 7,8% de todo o território brasileiro é ocupado por lavouras. O autor aproveita a deixa para criticar qualquer um que tenha uma opinião crítica em relação ao desmatamento. No entanto, não menciona que o levantamento leva em consideração apenas lavouras, deixando de lado qualquer área ocupada por pastagens. Além disso, a Embrapa, que nem de longe pode ser mencionada como entidade de defesa do meio ambiente, tem estudos que apontam as pastagens, sozinhas, como ocupantes de mais de 200 milhões de hectares no país. Essa área corresponde a, aproximadamente, 24% de todo o território brasileiro. Somando-a aos quase 8% bradados pelo autor em seu texto, temos 32% do território ocupado pela agropecuária (que é mais do que só agricultura).

Vladmir Raiter – São Paulo, SP – Via Exame.com

Robotização

O texto extremamente atual da repórter Marina Filippe joga luzes nas oportunidades que surgirão com o equilíbrio entre pessoas e robôs nas atividades profissionais. Com foco na produtividade, cada vez mais precisaremos desenvolver melhores habilidades — técnicas e comportamentais — para vencer a concorrência.

Gilberto Cavicchioli – Via e-mail

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