Cartas & E-mails — A volta do BTG, de André Esteves

Leia os comentários dos leitores de EXAME sobre a edição 1160 da revista, que trouxe, como tema principal, a nova fase do BTG, banco de André Esteves

ANDRÉ ESTEVES

Lendo a excelente reportagem de Giuliana Napolitano e Letícia Toledo (De volta ao jogo, 2 de maio), que marca o retorno do banqueiro André Esteves às páginas de EXAME, ficou uma questão não respondida no ar. Se as investigações não acharam nada contra ele ou contra o BTG, ainda assim o banco vai arcar sozinho com todas as perdas decorrentes desse processo? O banco sofreu saques de 35 bilhões de reais em depósitos, 115 bilhões em fundos de investimento, necessitou se desfazer de participações em empresas, sem falar do abalo em sua imagem. Quem mais arcará com isso?

Gustavo Bruxel – Novo Hamburgo, RS


EXAME

Comecei a ler EXAME há cerca de seis meses. Antes, tinha certo receio, pois imaginava que o conteúdo fosse voltado para o público especializado em economia e finanças. Mas confesso que me enganei completamente. A revista aborda economia, finanças, negócios sem nos deixar confusos. Há reportagens com temas que a gente não encontra com profundidade em outras publicações. Contribui para nosso crescimento pessoal e profissional, elevando a consciência crítica e a maneira de vermos o mundo. Não é à toa que a revista completou 51 anos firme e forte, transcendendo gerações.

José Tarcio de Araújo Carvalho – Murici dos Portelas, PI


ESTRATÉGIA 

Em relação à reportagem O desafio da nova geração (2 de maio), o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) esclarece que o grupo Edson Queiroz contratou um curso in company, modelo no qual um treinamento é ministrado de forma personalizada, de acordo com as necessidades da empresa contratante. O IBGC não oferece serviços de consultoria nem foi responsável pelo novo acordo de acionistas. Ressaltamos, ainda, que Wilson Carnevalli é instrutor dos cursos do IBGC, mas não representa o instituto no conselho do grupo Edson Queiroz.

Valéria Café –  Superintendente de vocalização e influência do IBGC


INFRAESTRUTURA

Trabalhei com infraestrutura e vi de perto a situação retratada na reportagem sobre as obras incompletas no Brasil (Um país de obras inacabadas, 2 de maio). O governo federal deixou de repassar recursos em 2013. Não pagou mais ninguém. Milhares de empresas quebraram, aprofundando a crise.

Patrícia Cavalcanti – Via Facebook

A incompetência em relação às obras de infraestrutura é geral e envolve todos os partidos. Existem obras de UPAs prontas que os prefeitos não inauguram para não gastar com pessoal. É a bagunça administrativa do Brasil. Não falta dinheiro, faltam competência política e honestidade.

Sérgio Cerino – Via Facebook


ESTATAIS

Gostei da reportagem que trata do longo processo de liquidação da estatal Rede Ferroviária Federal (Uma rede de problemas, 2 de maio). É lamentável que o governo tenha deixado que nossas ferrovias chegassem a esse estado.

Arthur Garcia – Via Facebook


RECURSOS HUMANOS

Ótima a iniciativa das empresas que contrataram imigrantes no Brasil (Emprego bem-vindo, 2 de maio). Refugiados e imigrantes devem ser recebidos de braços abertos. O Brasil é o único lar que têm.

Lucas Marcos – Via Facebook


J.R. GUZZO

De forma admirável, José Roberto Guzzo retrata o balaio de gatos em que se transformou a Justiça brasileira (No país dos “embargos”, 18 de abril). Existem sempre brechas para recursos, com o intuito de procrastinar a decisão judicial. Fica difícil o cidadão de bem conviver com essas estripulias. O artigo deveria ser lido por toda a magistratura.

Alberto de Sousa Bezerril – Natal, RN