Cartas & E-mails | A mudança que importa

Confira cartas e e-mails que chegaram à redação de EXAME sobre a edição 1185 da revista, que traz os avanços tecnológicos na agricultura em destaque

CAPA – A PRÓXIMA REVOLUÇÃO VERDE

A reportagem de capa de EXAME traz exemplos de como a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser desenvolvidas e aplicadas na produção agropecuária para benefício e garantia da qualidade de vida do cidadão (A próxima revolução verde, 15 de maio). Agora é a hora de o Brasil despertar para esse novo mundo.Precisamos esquecer aquilo que não for relevante para o país e fomentar a inovação verde. Mais importante ainda: devemos aplicar efetivamente essas novas técnicas e tecnologias no campo, uma vez que o tema é de suma importância para o Brasil.

Paulo Bastos, Via Instagram

Ficou excelente a reportagem de capa de EXAME. É fácil de entender por que, em poucos anos, o uso de fertilizantes como o cloreto de potássio será substituído por outras técnicas de controle de pragas, menos prejudiciais à saúde.

Cristiano Veloso, Via LinkedIn

Tecnologia e melhoramento genético só se fazem com pesquisa, como mostra o exemplo da Holanda (Muito além da porteira, 15 de maio). Mas o Brasil não vê isso. Pesquisa é investimento, e não gasto.

Ariane Finotti, Via Facebook


J.R. GUZZO

A respeito do artigo de J.R. Guzzo (Até tu, BNDES?, 15 de maio), gostaria de esclarecer que o BNDES é uma instituição íntegra, que não esteve e não está envolvida em corrupção. Nenhuma das delações premiadas de empreiteiras ou de outras empresas imputou ao banco ou à minha pessoa a prática de ilícitos. Além disso, os processos de análise e de decisão no BNDES são técnicos, colegiados e impessoais. Informo também que não estou indiciado em “diversos” inquéritos criminais pela Polícia Federal. É importante ressaltar que não imputam, a mim e aos funcionários do BNDES, o crime de corrupção. Sobre a atuação internacional, o BNDES não escolhe os países de destino das exportações que financia e só inicia a avaliação de uma exportação a partir de contrato comercial já obtido pela empresa exportadora brasileira e o importador estrangeiro. Sobre as operações com o grupo Odebrecht, todas elas foram lastreadas em sólidas garantias bancárias e estavam adimplentes até o forte impacto da Operação Lava-Jato. Por fim, em meu recente depoimento à CPI-BNDES falei a verdade e respondi com assertividade e clareza a todas as questões que estavam ao alcance de minha memória. Assumi o compromisso de complementar informações em relação a algumas poucas sobre as quais não lembrava de detalhes. Só não pude responder a alegações de um relatório técnico do TCU sobre o qual não tinha conhecimento.

Luciano Coutinho, Ex-presidente do BNDES

Não há condenação que comprove participação de funcionários do BNDES em atos ilícitos (Até tu, BNDES?, 15 de maio). Os financiamentos a Cuba, Venezuela e Moçambique têm garantias do Tesouro Nacional aprovadas por conselhos interministeriais. O BNDES não enfrenta uma crise de inadimplência de caminhoneiros, e a garantia dos financiamentos são os próprios caminhões. O banco esteve também completamente protegido nos financiamentos ao Grupo X. Quanto à Odebrecht, a companhia era financiada por instituições de todo o mundo. Por fim, o BNDES não desembolsou recursos à Sete Brasil, diferentemente de outros bancos.

Arthur Koblitz, Vice-presidente da Associação dos Funcionários do BNDES


CORREÇÕES

• Os recipientes usados pela startup Agribela são biodegradáveis, não de plástico (A próxima revolução verde, 15 de maio). E a empresa que monitora a umidade do solo em 200.000 hectares de plantações é a AgroSmart, não a Agribela.

• Até 2020, a Coca-Cola vai investir 1,6 bilhão de reais no Brasil, e não 1,6 milhão, na compra de novas embalagens, na ampliação da linha e no auxílio às cooperativas de reciclagem (Reciclar faz bem. Para a imagem, de 15 de maio).


Comentários sobre o conteúdo editorial de EXAME, sugestões e críticas a reportagens

redacao.exame@abril.com.br

Fax (11) 3037-2027, Caixa Postal 11079,  CEP 05422-970, São Paulo, SP