A síndrome do impostor prejudica 70% dos profissionais, até Michelle Obama

No 11º episódio do Rádio Peão, o podcast da VOCÊ S/A, mostramos como identificar e se livrar da síndrome do impostor

A síndrome do impostor atinge 70% das pessoas bem-sucedidas, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pela psicóloga Gail Matthews, da Universidade Dominicana da Califórnia, nos Estados Unidos.  Até Michelle Obama, ex-primeira dama dos Estados Unidos, declarou que sofre com esse problema. Ela disse, numa visita a uma escola londrina, que ainda questiona as próprias competências e se sente insegura durante muitas situações.

Mas por que tanta gente se sente assim? E o que fazer para lutar contra esse problema? Essas são algumas das perguntas que respondemos no 11º episódio do Rádio Peão, o podcast semanal da VOCÊ S/A. Quem conversa com as editoras Elisa Tozzi e Mariana Poli são Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, consultoria especializada em inclusão, e Genis Fidelis, gerente sênior da consultoria de recrutamento Michael Page.

O programa está dividido em dois blocos. No primeiro, explicamos o que é a síndrome do impostor e mostramos se existe um perfil que sofra mais com esse comportamento. “A síndrome do impostor são os medos que as pessoas têm. Simples pontos como, por exemplo, um feedback construtivo traz o medo de não dar conta, de ser fraude, de não estar preparado. Muitas pessoas que têm a síndrome do impostor consideram tudo como sorte”, diz Cris.

No segundo bloco, os especialistas dão dicas de como se sentir mais seguro no trabalho. “Além de compartilhar o que a gente passa, buscar inspiração é essencial. A Michele Obama é um exemplo, mas dentro do ambiente corporativo nós temos pessoas que viveram grandes batalhas”, diz Genis.

Ouça o episódio completo aqui:

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Ouça os episódios anteriores do Rádio Peão:

#10 Por que as empresas precisam rever a ideia de meritocracia?
#9 Como se tornar um talento digital?
#8 Como conciliar filhos e carreira?