Estas empreendedoras brilharam e agora estão no Prêmio Claudia

Fernanda Feitosa, Danielle Brants e Ana Elisa A. C. de Siqueira criaram negócios inovadores e chegaram à final do 22º Prêmio Claudia na categoria Negócios

São Paulo — Maior premiação feminina da América Latina, o Prêmio Claudia chega à sua 22ª edição reconhecendo o talento, as histórias de superação e a realização de brasileiras em diferentes áreas. É uma realização da revista Claudia, da Abril. Conheça as três empreendedoras que são finalistas neste ano na categoria Negócios.

Fernanda Feitosa

É fundadora da SP-Arte, feira anual que colocou o Brasil no roteiro do mercado mundial de obras de arte. Ela teve a ideia de criar a feira durante um período sabático na Argentina. Quando voltou ao Brasil, em 2004, já trouxe o plano de negócio na bagagem.

A primeira SP-Arte aconteceu em 2005 em São Paulo. Depois disso, outras 12 edições já foram realizadas. A mais recente, em abril de 2016, teve a participação de 134 galerias de arte e recebeu 30 mil visitantes.

Neste vídeo, Fernanda fala sobre a SP-Arte:

Danielle Brants

Formada em administração de empresas, Danielle Brants preside a Guten Educação e Tecnologia, startup que criou após deixar uma carreira de sucesso no mercado financeiro. A Guten fornece a escolas um sistema digital de leitura e compreensão de texto por meio de notícias.

O sistema da Guten funciona no tablet ou computador. Usando o dispositivo, alunos 4º ao 9º ano do ensino fundamental têm acesso a reportagens e a atividades didáticas baseadas nelas.

Veja o vídeo em que Danielle fala sobre a Guten:

Ana Elisa A. C. de Siqueira

A oftalmologista Ana Elisa A. C. de Siqueira criou um modelo de gestão de saúde focado na prevenção e no controle de doenças crônicas. A empresa fundada por ela, Grupo Santa Celina, oferece soluções para gestão de hospitais, clínicas e convênios médicos. Em 2016, faturou 70 milhões de reais.

Um dos braços do negócio é o Semeando Saúde, um modelo de organização dos atendimentos e monitoramento de pacientes. Eles são divididos em grupos — como, por exemplo, pessoas com menos de 60 anos que possuem alguma doença crônica — para que cada um receba o tratamento mais adequado.

Veja o vídeo em que Ana Elisa fala sobre seu sistema: