7 perfis de profissionais que sua empresa não precisa ter

Especialista em gestão de pessoas afirma que para montar uma equipe é preciso avaliar bem as habilidades e o comportamento dos profissionais

Os perfis profissionais que sua empresa não precisa ter

Escrito por Gilberto Guimarães, especialista em gestão de pessoas

O que se precisa conseguir na montagem de qualquer equipe é a sinergia do grupo, ou seja, fazer com que talentos e competências individuais se somem para que o resultado da ação conjunta seja superior à atuação de cada um dos indivíduos. Para isto, não basta juntar os melhores talentos individuais. Aliás, na maioria das vezes, equipes de “superestrelas” têm desempenho muito inferior ao esperado.

A escolha correta das pessoas deve se basear nas habilidades e competências complementares para que ocorra sinergia. As equipes devem ser estruturadas não só levando em consideração as competências e capacidades técnicas, mas também as preferências comportamentais e a personalidade dos indivíduos. Deve-se optar por pessoas que sejam capazes de ter um compromisso com o sucesso da equipe, com habilidade e desejo de lidar e contribuir com outras pessoas.

A formação de boas equipes exige seleção minuciosa, tarefa contínua e permanente. Ao invés de definir tudo que se pode fazer, prefiro determinar aquilo que não se pode, o que é proibido. Assim criei os sete pecados capitais que devem ser evitados na escolha do grupo, as pessoas que não podem fazer parte de uma equipe de alta performance, livre-se dos:

1. Preguiçosos: que falam muito, fazem pouco, mas acabam não entregando.

2. Pretensiosos: que se creem melhores do que são, não aceitam a opinião dos outros, e para quem a culpa é sempre dos outros.

3. Indecisos: que nunca decidem, que sempre brecam todo o processo em busca de mais detalhes, e que sempre acabam criticando quem fez alguma coisa.

4. Carentes: que se sentem injustiçados se o colega é elogiado, que choram e perdem tempo dos outros.

5. Inadequados: dizem o que não se deve, assediam e invadem, e sempre acabam criando um péssimo clima na equipe.

6. “Politiqueiros”: que falam demais, que fofocam por tudo e acabam desestabilizando os chefes.

7. Desonestos: sem ética e sem caráter, com eles tudo vai por água abaixo.

Gilberto Guimarães é especialista em gestão de pessoas e professor da BSP – Business School São Paulo.