Tráfego doméstico da Latam no Brasil cresce 5,9% em novembro

O desempenho das operações brasileiras, realizadas pela TAM, foi superior ao de outras operações do grupo, puxando os dados consolidados

São Paulo – O Grupo Latam Airlines informou nesta terça-feira que o tráfego de passageiros da companhia no Brasil, medido em passageiro-quilômetro pago (RPK), cresceu 5,9% em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Já a capacidade, medida em assento-quilômetro disponível (ASK) aumentou em 3,4%, na mesma base de comparação.

Com o resultado, a taxa de ocupação doméstica no país cresceu 2,0 pontos porcentuais, chegando a 83,5%.

O desempenho das operações brasileiras, realizadas pela TAM, foi superior ao de outras operações do grupo, puxando os dados consolidados.

No total, o sistema Latam registrou um crescimento de 3,2% no tráfego de passageiros em novembro, enquanto a capacidade cresceu em 1,9%.

Com isso, a taxa de ocupação para o mês cresceu 1,0 ponto porcentual e alcançou 83,6%.

O tráfego doméstico de passageiros na operação da companhia em países de língua espanhola (Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia) teve expansão de 5,2%, enquanto a capacidade cresceu 3,6%, levando a taxa de ocupação doméstica a avançar 1,2 ponto porcentual, para 81,5%.

Já o tráfego internacional de passageiros, que representou aproximadamente 50% da demanda total de passageiros no mês, teve expansão de apenas 0,7%, enquanto a oferta cresceu 0,3%.

Com o resultado, a taxa de ocupação internacional de passageiros cresceu 0,4 ponto porcentual, para 84,4%.

O tráfego internacional inclui as operações internacionais de LAN e TAM nas rotas entre países da América do Sul e de longo curso.

Carga

No segmento de carga, o Grupo Latam registrou uma redução de 2,5% na demanda, enquanto a capacidade diminuiu em 3,8% no período, permitindo um aumento de 0,8 ponto porcentual do fator de ocupação, para 63,9%.

Conforme o grupo, a diminuição na capacidade de carga é resultado de uma menor operação de cargueiros e uma menor disponibilidade de espaço nos porões das aeronaves de passageiros.

“A diminuição do tráfego de cargas foi provocada pelo enfraquecimento das importações para a América Latina”, acrescentou a empresa, em nota.