Renault nomeia direção provisória e mantém Carlos Ghosn como presidente

Ghosn foi preso no Japão por evasão fiscal e uso de dinheiro da aliança Renault-Nissan para fins pessoais

Paris – O grupo francês Renault nomeou nesta terça-feira dois executivos para assumirem provisoriamente o comando da companhia no lugar do brasileiro Carlos Ghosn, que foi mantido como presidente, embora “temporariamente impedido”, por ter sido preso no Japão por evasão fiscal e uso de dinheiro da aliança Renault-Nissan para fins pessoais.

Reunido hoje em caráter de urgência, o conselho de administração do conglomerado decidiu que o conselheiro Philippe Lagayette assuma de forma interina as suas reuniões e que o até agora diretor-geral adjunto Thierry Bolloré fique com as principais responsabilidades executivas de Ghosn.

“Ghosn, temporariamente impedido, continua a ser presidente diretor-geral”, informou o conselho em comunicado.