Perfil do demitido

Pesquisa da Lens & Minarelli, empresa de aconselhamento de carreira e recolocação de executivos, com mais de 300 executivos desligados em 2001 e 2002

Idade média
– 43 anos

Tempo de
casa – 7,9 anos
O tempo é
alto para os padrões atuais (de 3 a 5 anos), o que sugere um executivo que
se deixou acomodar e está com salário “inflacionado”

É
a primeira demissão?
Sim – 62,4% Não – 37,6%

A
mulher (ou marido) trabalha fora?
Sim – 57,4% Não – 42,6%
Os
principais motivos para a mulher (ou marido) não trabalhar: dedicação aos
filhos, adiamento de projetos para acompanhar o cônjuge, sensação de segurança
pelo cargo ocupado.

Esperava
ser demitido?
Não – 76,9% Sim – 23,1%
A
surpresa revela baixa capacidade de percepção quanto a: injunções políticas,
mudanças culturais e de gestão; seu real poder na empresa; diferença entre
a prática e o discurso dos dirigentes.

Como
se sentiu?
Chocado, revoltado,
resignado – 75,6%
Aliviado –
24,4%

A
demissão foi justa?
Sim – 20,3% Não – 79,7%

O
motivo para demitir foi convincente?
Sim – 46,6% Não – 53,4%

A
demissão foi bem conduzida?
Não – 61,3% Sim – 38,7%

Foi
liberado do trabalho imediatamente?
Sim – 77,7% Não – 22,3%

Tinha
algum plano para o momento da demissão?
Sim – 31,9% Não – 68,1%

BENEFÍCIOS
QUE TINHA
Os
benefícios têm sido concedidos de forma mais criteriosa, conclui a pesquisa.
Se há três ou quatro anos a maioria dos diretores tinha carro da empresa,
hoje menos da metade recebem. Os bens estão sendo substituídos pela maior
parcela de remuneração variável, buscando mais envolvimento do executivo
no negócio da empresa.

Assinatura
de jornais
Sim – 27,3% Não – 72,7%

Laptop
Sim – 52,4% Não – 47,6%

Carro
Sim – 42,5% Não – 57,5%

Ações
da companhia
Sim – 23,2% Não – 76,8%

Bônus
Sim – 49,5% Não – 50,5%

Previdência
privada
Sim – 57,8% Não – 42,4%