O mapa do classe A

Conheça o perfil das regiões dos 35 edifícios de alto padrão que devem ser erguidos entre 2001 e 2004

BERRINI

Campeã do classe A, com 555 mil m2 construídos. Os prédios, arrojados e ocupados por multinacionais, mudaram o perfil da região. O World Trade Center, na avenida das Nações Unidas, é atualmente o maior edifício corporativo de São Paulo.

VILA OLÍMPIA

Com suas ruas congestionadas e estreitas, abriga desde depósitos industriais até modernos edifícios comerciais. Atrai empresas de internet. Em 2003, ficará pronto o prédio da Eletropaulo, um colosso de 70 mil m2.

FARIA LIMA

A Nova Faria Lima, inaugurada em 1996, propiciou o surgimento de amplos espaços, atraindo a atenção de incorporadores. Hoje, a avenida se assemelha a um canteiro de obras de alto padrão.

ITAIM / JUSCELINO KUBITSCHEK

A região, que oferece fácil acesso a pontos estratégicos da cidade, concentra edifícios de lajes pequenas. Mas é lá que foram erguidos, ao longo da avenida Juscelino Kubitschek, alguns dos famosos prédios classe A.

MARGINAL DO RIO PINHEIROS

Área extensa e descentralizada, com amplos terrenos. As empresas possuem restaurantes e agências bancárias próprios, em razão da infra-estrutura deficiente. A CPTM inaugurou recentemente sete novas estações de trem.

PAULISTA

Símbolo do milagre econômico da década de 70, a Paulista abriga a sede dos maiores bancos, concentrando 30% do mercado financeiro da cidade. Com custos baixos e boa infra-estrutura, atrai hoje empresas da Nova Economia.

CHÁCARA SANTO ANTÔNIO

Os primeiros edifícios da região tinham tipicamente três andares, grandes lajes e eram ocupados por uma só empresa, geralmente multinacional. Eles vêm perdendo espaço para espigões com lajes menores.

JARDINS

A região mescla pequenos conjuntos de escritórios com grandes edifícios residenciais. Apesar da localização privilegiada, dois terços dos edifícios da região são de classe C: padrão inferior e pequenos inquilinos.