Itaú Unibanco eleva para 100% participação na MCC

A Munita, Cruzat & Claro atua em gestão de ativos de clientes de alta renda no Chile e acompanha emissões de papéis de renda fixa

São Paulo – O Itaú Unibanco elevou a participação que detinha na gestora de ativos chilena Munita, Cruzat & Claro e na MCC Securities Inc (MCC) para 100%, conforme nota divulgada nesta segunda-feira, 04.

O movimento amplia o acordo de joint venture firmado entre ambos em 2011. “O Itaú Unibanco reafirma o claro compromisso com o mercado chileno e a visão do Itaú Private Bank de ser o líder na América Latina”, destaca o banco.

A integração entre o Itaú e a MCC será focada, diz a nota, na continuidade do relacionamento com clientes e funcionários.

Os sócios-fundadores da gestora chilena, Alberto Munita, Gastón Cruzat e Eugenio Claro, seguirão como membros do Conselho de Administração da MCC Securities Inc enquanto os demais sócios permanecerão em suas funções executivas na gestão das empresas.

Ramón Suárez, que há mais de um ano é o presidente da MCC, permanecerá no comando executivo da operação.

Segundo Ramón Suárez, presidente da MCC, a operação é resultado de uma parceria de grande sucesso com o Itaú e reafirma a intenção das empresas de continuar contribuindo com o crescimento do mercado chileno.

“Estamos muito satisfeitos com nossa parceria com a MCC. Esse movimento reforça nossos planos de crescimento para nos tornar uma forte plataforma regional na América Latina e líder em gestão de patrimônio para famílias de alta renda no Chile, país com forte solidez econômica e política”, acrescenta Flávio Souza, diretor do Itaú Private Bank, em nota.

No Chile, o Itaú Unibanco atua desde 2007, quando adquiriu as operações do BankBoston.

Além de atuar na América Latina, o banco também está presente com operações de private, investment e corporate banking na América do Norte, na Europa, no Oriente Médio e na Ásia.

O Itaú Unibanco tem aproximadamente US$ 83 bilhões em ativos geridos na América Latina.

A Munita, Cruzat & Claro atua em gestão de ativos de clientes de alta renda no Chile e acompanha emissões de papéis de renda fixa, principalmente de companhias de mercados emergentes.