Empresários querem ajudar Uruguai a manter técnico

Oscar Tabárez, que comandou a seleção uruguaia na Copa do Mundo, quer um aumento de US$ 50 mil e federação local não tem recursos

Montevidéu – Várias empresas privadas uruguaias afirmaram hoje estarem dispostas a fornecer recursos econômicos para que a Associação de Futebol do Uruguai (AUF) renove o contrato do técnico Oscar Tabárez, segundo informações da imprensa local.

O vínculo de Tabárez com a AUF terminou após a conquista do quarto lugar na Copa do Mundo da África do Sul pela ‘Celeste Olímpica’.

Embora tenha manifestado sua vontade de continuar no cargo, o treinador solicitou um aumento de salário considerável. De acordo com dados divulgados na época, entre os 32 técnicos que participaram do Mundial, a quantia recebida por Tabárez era maior apenas que a de Kim Jong-Hun, da Coreia do Norte.

De acordo com a mídia uruguaia, o aumento solicitado foi de US$ 50 mil livres de impostos em um salário que gira em torno de US$ 260 mil.

Em princípio, os diretores afirmaram que a AUF não está em condições de pagar esse número, mas, como pretendem que Tabárez siga à frente da seleção uruguaia, inclusive como coordenador de todas as seleções de base, fizeram contatos para buscar recursos.

Através do Ministério de Turismo e Esporte, o Governo uruguaio, que também pretende que o técnico prossiga com seu trabalho à frente da seleção, forneceu aos dirigentes da Associação uma lista de empresas privadas que estão dispostas a colaborar economicamente para abonar o salário do treinador.

As negociações continuam, apesar de nos últimos dias terem ficado em segundo plano devido a uma greve dos árbitros, por reivindicações salariais, que levaram ao adiamento do início do Torneio Apertura uruguaio, previsto para o último fim de semana.

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