Segundo pesquisa, cerca de 46% dos casais brasileiros brigam por questões financeiras: como superar o divórcio?

Aproximadamente um em cada três casamentos terminam em divórcio no Brasil. Pode parecer um número não tão expressivo, mas, em 2016, isso correspondeu a 344.000 casamentos que tiveram seu fim contra 1,1 milhão de uniões oficializadas no mesmo ano. Em geral cada casal tem seus motivos particulares para o rompimento, porém pesquisas recentes apontam os problemas financeiros como a segunda maior causa de divórcio no país.

 Para o economista Neidázio Rabelo, a sociedade vem se dando conta dos graves problemas financeiros que a cercam e isso afeta cada camada da população, portanto com os relacionamentos não seria diferente. Uma pesquisa feita pelo SPC Brasil apontou que cerca de 46% dos casais brasileiros brigam por questões financeiras. Mas quais fatores financeiros têm sido um real problema dentro das relações conjugais?

Fatores financeiros

Um fator que agrava as brigas é a ‘infidelidade financeira’, que é quando um parceiro esconde o gasto, uma compra, do outro. Geralmente tal infidelidade acontece justamente para evitar brigas sobre as finanças, o que acaba por não se mostrar efetivo, já que a descoberta da dívida escondida gera uma discussão ainda maior. Tal comportamento acarreta culpa e desentendimento, pois cerca de 51% dos casais entrevistados na pesquisa do SPC Brasil culpam o cônjuge pelas dificuldades financeiras.

Outro motivador das discussões é a falta de consenso sobre as responsabilidades financeiras dentro da casa. Como os casais não se sentem tão confortáveis para conversar sobre as finanças (15% dos entrevistados na pesquisa do SPC Brasil acham que finanças não é um assunto para  se conversar dentro de uma relação), há extrema discordância quanto à responsabilidade das partes dentro do casamento. Essa falta de diálogo gera uma irresponsabilidade quanto aos gastos, o que dificulta mantê-los sob controle.

Essa irresponsabilidade na comunicação gera um desgaste no casamento, proporcionando cada vez mais brigas. Até mesmo pode acarretar afastamento, gerando a sensação de abandono por parte dos casais, o que inevitavelmente trará o divórcio (que, por si só, já traz mais outros problemas financeiros).

Os desgastes sentimentais trazem a sensação de traição, não uma traição conjugal, mas uma quebra de confiança. Quando o contrato do casamento é feito (bem como o de qualquer outra relação), fica estabelecida uma aliança de confiança entre as partes. Essa confiança, quando quebrada, seja em qual área for (financeira, conjugal etc.), gera a sensação de traição, o que acarreta diversos outros problemas, que podem até mesmo traumatizar uma pessoa, dificultando que volte a confiar em outros parceiros.

Sofrer ou agradecer?

Com a intenção de compartilhar experiências que possam auxiliar positivamente pessoas que passaram por algum tipo de rompimento traumático em relações pessoais, Edvana Yoshida escreveu seu livro Traiu e me deixou. Sofrer ou agradecer?, publicado pela Editora Albatroz. Através dessa obra, a autora procura criar uma relação de identificação com seus leitores, para que assim suas experiências de vida e narrativas possam trazer conforto aos que buscam suas palavras.

Traiu e me deixou. Sofrer ou agradecer? é um livro que traz reflexões sobre a responsabilidade de cada indivíduo perante sua própria felicidade, bem como apontamentos que direcionam a pessoa que deseja a superação a entender que processos negativos servem para aprendizado e busca de evolução individual. Além disso, Edvana quer trazer alívio para aqueles que possivelmente ficaram com a autoestima abalada, revelando que cada um é responsável apenas por uma parte dentro de um relacionamento.

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