Segundo dados, E-commerce cresce 12% em 2017 e tem projeção de 15% em 2018

Após amargar três anos de queda generalizada nas vendas, o comércio brasileiro experimentou uma retomada em 2017. Levando-se em conta apenas a medição feita pelo Serasa Experian, no período de 18 a 24 de dezembro, as vendas no varejo para o Natal representaram um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Pela primeira vez desde 2011 o cenário econômico é visto com otimismo. Esta percepção do brasileiro pôde ser medida em uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e o Instituto Ipsos demonstrou que 33% dos entrevistados acreditam em uma recuperação na economia brasileira. Em 2016, uma pesquisa semelhante contou com o otimismo de menos de 15% dos entrevistados.

Se no comércio tradicional há essa sensação de otimismo, quando se fala do comércio eletrônico, a base para uma perspectiva de crescimento é muito mais sólida. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro partiu de um faturamento de R$ 18,5 bilhões em 2011 para mais de R$ 60 bilhões em 2017, ano em que alcançou 12% de crescimento.

Diante de um cenário econômico favorável e de boas tendências de mercado, a previsão é que, em 2018, o crescimento do e-commerce nacional supere 15%, chegando a um volume de mais 220 milhões de pedidos e um faturamento de R$ 69 bilhões.

Um dos fatores que contribui para esse crescimento é a popularização dos smartphones entre os brasileiros, facilitando cada vez mais o acesso a lojas virtuais. É possível somar a esta tendência a realidade de muitos consumidores brasileiros que despertaram o interesse para o conforto de comprar sem sair de casa.

As perspectivas de crescimento do e-commerce brasileiro atraíram grandes portais de vendas eletrônicas interessados no potencial ainda não explorado. Contudo, são as pequenas e médias lojas virtuais que representam a maior fatia no crescimento do comércio eletrônico brasileiro. E a maior parte do mercado brasileiro de e-commerce é composta por categorias diversas: lojas de eletrônicos, móveis, eletrodomésticos, cosméticos, variedades para o lar, etc. Diferentemente do que ocorre em outros mercados em que há predominância de determinadas categorias de produtos.

Em meio uma imensa variedade de players, encontramos empresas como a Cooking Store, uma loja com iniciativa inovadora que aproveitou o bom momento do setor para se estabelecer em um mercado em crescimento, mas não menos competitivo que qualquer outro, exigindo excelente atuação profissional, qualidade nos produto e preços competitivos.

A Cooking Store é uma loja online dedicada a valorizar os hábitos de cozinhar, de receber e de compartilhar os bons momentos ao redor de uma mesa ou de um fogão.

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