Retomada considerável da atividade econômica brasileira; Flavio Maluf reporta

Os resultados referentes à balança comercial de agosto foram extremamente satisfatórios para o setor, e talvez o principal motivo para essa guinada tenha sido o avanço considerável das importações brasileiras, uma vez que reduções significativas dessa atividade foram observadas nos três meses anteriores.

Este marco pode até mesmo ser considerado o primeiro passo para a recuperação e a estabilidade econômica do país, de acordo com Herlon Brandão, diretor do DEAEX, o Departamento de Estatística e Apoio à Exportação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil. O executivo Flavio Maluf, ciente da importância do debate, reporta a notícia.

Nos primeiros oito meses de 2016, a atividade referente à importações caiu cerca de 25% no Brasil, comparado ao mesmo recorte de tempo em 2015. Culturalmente associadas às atividades econômicas, as importações exercem grande impacto na economia a partir da ideia de que englobam a compra de bens intermediários dentro do contexto da produção industrial, tanto os intermediários como os de capital.

O empresário Flavio Maluf ainda noticia que para o governo, o marco, na verdade, é o mesmo de junho, quando a redução das importações esteve na casa dos 19%, menor que a média de 25% no período total. No entanto, o próprio governo sinaliza que o mês de agosto foi considerado especial dada à queda de apenas 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Herlon Brandão ainda anunciou a queda de apenas 8,3% foi absolutamente significativa. Segundo ele, essa é a menor marca de redução da trajetórias de compras no exterior desde novembro de 2014, o que dimensiona ainda mais o avanço econômico brasileiro. Outro dado muito importante reportado pelo empresário Flavio Maluf, que noticia imparcialmente a situação, está relacionada ao fato de que em janeiro a queda esteve na casa dos 36%.

Todo esse cálculo, realizado a partir da média diária, resumida de forma prática pelo montante negociado a cada dia útil, ainda demonstra que tanto às importações de bens de capital como as de bens de intermediários tiveram que notável de janeiro a agosto deste ano – diante do mesmo período em 2015.

O executivo Flavio Maluf ainda reporta que se determinarmos apenas o mês de agosto como meio de análise, as quedas nas importações de bens intermediários são quase imperceptíveis (0,5%), o que não acontece em relação aos bens de consumo (31%).

O outro lado da moeda

De modo imparcial, Flavio Maluf ainda noticia que as exportações, ao contrário da previsão do governo, ainda não decolaram. As autoridades esperavam que as vendas para o exterior aumentassem, mas não é isso que os indicativos demonstram.

A queda referente às vendas externas é até aqui – janeiro a agosto – de cerca de 5%, também comparado ao mesmo período do ano passado.

Portanto, é correto afirmar que a redução da queda das importações gera maior impacto no saldo positivo da balança comercial, notado principalmente em agosto. Herlon Brandão encerra dizendo que o superávit recorde da balança comercial é um fato para ser muito comemorado por todos aqueles envolvidos, de uma forma ou de outra, na economia brasileira.