Produção nacional de cacau movimenta bilhões por ano, e é oportunidade a quem quer fazer carreira internacional

A fabricante gaúcha de balas e chocolates Peccin investe neste ano R$ 30 milhões, com recursos próprios, na modernização de sua fábrica, na construção de um novo centro de distribuição e em uma nova sede. As unidades serão instaladas em Erechim (RS), onde a companhia já mantém a sua operação.

A Nestlé traz ao Brasil uma linha de chocolates premium criada na Europa, e a Mondelez gigante do setor de chocolates abre centro logístico em Viana, isto traz grandes perspectivas de empregabilidade do setor no Brasil.

Dados os impactos da crise no mercado de trabalho, com elevado nível de desemprego e desalento, o chocolate, apesar de paixão nacional, não é considerado um bem essencial na cesta do brasileiro, por isso seu consumo pode ser prejudicado, e gerar uma queda da demanda do setor.

O chocolate até algum tempo, considerado um bem sem substituto, acaba de ganhar um concorrente. A alfarroba é um fruto que substitui o cacau e vem conquistando os
consumidores. No longo prazo, o fruto pode abocanhar parte do mercado de chocolates.

No aspecto Político-Legal, o Senado aprovou no início de agosto deste ano, o projeto que institui a Política Nacional de Incentivo à produção de cacau de qualidade. A intenção do projeto é aumentar a qualidade do cacau brasileiro incentivando à produção, industrialização e comercialização do produto. A proposta segue para sanção presidencial.

A previsão deste ano e para os 3 anos seguintes é de que o setor se mantenha em alta. Caso haja alguma intempérie climática ou incidência de alguma praga nas lavouras de cacau localizadas na Bahia, o preço de tal commodity poderá apresentar elevação, distorcendo as projeções para os preços médios dos chocolates e, consequentemente, de consumo e produção e a margem de lucro das fabricantes.

O comércio internacional de chocolate é bastante disperso, já que nenhuma nação detém uma fatia maior do que 20% do mercado mundial, apesar da liderança de países europeus (Alemanha, Bélgica, Holanda) nas exportações de chocolates. Por outro lado, a matéria-prima dessa manufatura, o cacau, tem enorme representatividade da Costa do Marfim, que domina mais de 45% das vendas desse fruto.

A indústria de balas e chocolates no Brasil reserva maior importância aos produtos de chocolate (tabletes e bombons primordialmente), os quais são mais consumidos do que balas (confeites e caramelos), e isso provavelmente decorre da vantagem do território nacional em cultivar cacau, o que fornece um insumo barato para essa indústria nacional. No entanto, observa-se que o país, apesar de dispor dessa vantagem, não é um exportador significativo de chocolates, algo demonstrado pelo déficit na balança comercial desde 2013.

O cenário positivo é que o o Brasil é o terceiro maior produtor de chocolates, balas e confeitos do mundo, depois dos Estados Unidos e Alemanha. Mas o setor recebe alta carga tributária na comparação a outros segmentos da indústria alimentícia, afirma Marcio Pereira CEO da United HR na avenida Paulista. Ele diz que utiliza a estratégia de análises da economia para indicar executivos aos setores que ocupam o melhor ranking da economia, e o cacau é um dos setores que tem perspectivas de crescimento até 2021.

A Barry Callebaut está entre os maiores produtores e moedores de cacau do mundo, com uma produção média anual de 1,7 milhão de toneladas de cacau. A United HR, indicou para Barry Callebaut, Washington Tamburri Cardoso como Head of Purchasing Indirect Spend & Packaging, e acaba de ser contratado. O executivo atuou anteriormente em empresas multinacionais de diferentes setores como Puratos Brazil e Winoa Mineração e Metais.

“Márcio Pereira CEO da United HR, assessorou-me durante a minha transição de carreira, buscando as melhores oportunidades adequadas ao meu momento de carreira e perfil profissional, recolocando-me na Barry Callebaut , em uma posição de liderança, adequada ao meu momento profissional”. Afirma Washington.
Website: http://unitedhr.co