Plataformas de saúde na internet facilitam acesso à informação sobre doenças e medicamentos

As plataformas de saúde na internet vêm ganhando cada vez mais espaço entre os brasileiros. Na medida em que facilitam o acesso à informação sobre doenças, tratamentos, alimentação saudável, bulas e preços de medicamentos, estes sites atraem milhões de usuários, que buscam esclarecer dúvidas e até conseguir descontos na compra dos medicamentos prescritos pelos médicos.

A startup Consulta Remédios, com sede em Curitiba (PR), é hoje a maior plataforma de monitoramento do varejo farmacêutico on-line do Brasil. O site é referência em medicamentos desde o ano 2000 e recebe nada menos do que uma média de 25 milhões de usuários únicos por mês, oriundos de todos os estados brasileiros. São cerca de 10 usuários a cada segundo buscando informações sobre preços de remédios, conteúdos de bulas e dados sobre medicamentos genéricos, de referência ou similares.

Na plataforma Consulta Remédios estão cadastrados mais de 80 mil produtos, entre fármacos e itens de perfumaria, higiene, suplementos alimentares e até linha pet. Só de bulas, são mais de 32 mil, o que transforma o site em um grande serviço de informações aos consumidores. “Todos os dados que constam no site estão de acordo com a legislação vigente e somente são cadastrados medicamentos liberados pela Anvisa”, afirma a farmacêutica responsável do Consulta Remédios, Francielle Mathias, Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Quem acessa o Consulta Remédios é direcionado a fazer a compra do medicamento escolhido em uma farmácia parceira, que entrega o produto em casa ou disponibiliza a retirada do produto no balcão. São mais de 100 redes de drogarias parceiras, que compreendem cerca de 2800 lojas físicas em todo Brasil. Em 2018, o Consulta Remédios gerou R$ 2,4 bilhões em intenção de compras às farmácias parceiras. E não é para menos: pesquisa XP Check de 2018, realizada pela XP Investimentos, revelou que 76% dos brasileiros pesquisam preços de remédios pela internet. Entre consumidores das classes C e D, este índice alcança os 78%.

Ainda, segundo o estudo, “preço” é o principal fator que motiva a compra de um remédio de marca no lugar de um genérico para 24% dos entrevistados, seguido de “qualidade, eficácia e segurança”, como fator citado por 15% dos entrevistados.

Usuários preferem que conteúdos sobre doenças e tratamentos na internet sejam assinados por médicos

Se para consultar preços e bulas, o usuário já é exigente quanto às fontes de informação, para acessar conteúdos que informam sobre doenças e tratamentos, o cuidado é ainda maior. Levantamento do site Minuto Saudável, realizado com 6.361 brasileiros de 26 estados e o Distrito Federal, revelou que 63% dos entrevistados acham “fundamental” que o conteúdo sobre saúde pesquisado na internet tenha sido criado ou endossado por um especialista médico ou profissional de saúde. Para 33,8%, a assinatura de um especialista endossando o conteúdo é “importante” e somente 0,8% não se importam com a autoria da informação.

Sabendo disso, o Minuto Saudável conta com a colaboração de um time de especialistas médicos, que endossam os conteúdos produzidos e ajudam na produção de informação de credibilidade. Além de uma equipe de redatores especializados em saúde, o site também tem um Editor Médico, que revisa o que é publicado no site, de acordo com a literatura médica atualizada.

No ar desde 2017, o Minuto Saudável conta com mais de 4,5 milhões de pageviews por mês. Além de abordar doenças, dá dicas sobre saúde, bem-estar, alimentação saudável e produz resenhas que orientam o leitor sobre a qualidade de produtos como maquiagens, suplementos alimentares e dermocosméticos, o que acaba servindo como orientação na hora da decisão de compra por parte dos consumidores.

O levantamento feito pelo site revelou ainda que 94,4% dos internautas brasileiros têm o hábito de procurar informações sobre medicamentos, doenças e notícias relacionadas à saúde na rede. E a preferência sobre as buscas é bem diversa: 23,5% dos entrevistados informaram pesquisar informações sobre medicamentos e bulas. Outros 23,2% buscam informações sobre sintomas e tratamentos de doenças. Alimentação saudável, receitas e dietas são o assunto preferido de 16,2% dos entrevistados, seguido de exercícios físicos/hábitos saudáveis (11%), e notícias sobre saúde (9,7%).

“A pesquisa trouxe algumas revelações importantes: que o hábito de consultar informações sobre saúde é um caminho sem volta, que os usuários prezam pela qualidade e a origem das informações e que o conteúdo não substitui os médicos nem a importância das consultas. Os sites especializados devem ser vistos como um aliado da população e não como um concorrente dos profissionais médicos”, avalia Paulo Daniel Vion, CEO do Consulta Remédios.

Perguntados sobre o tipo de conteúdo que costumam ler, 39% dos entrevistados informaram que preferem ler textos curtos e didáticos. Para 13,4%, os textos devem ser extensos e completos. Já 43,1% afirmaram que leem tanto os textos mais simples quanto os mais completos.

Quanto ao formato da informação, 52,4% preferem acessar textos. Já 17,1% buscam fotos e imagens e 12,4% preferem que as informações estejam em vídeos ou animações.

A pesquisa também quis saber o que leva os usuários a fazerem as buscas pelas informações sobre saúde. Para 25,2%, as buscas acontecem após a consulta médica, com o intuito de “entender mais sobre a doença”. Já 24,4% buscam informações quando estão com alguma dor. 14,9% buscam informações sobre alguma doença crônica e 29,4% disseram fazer as pesquisas sobre saúde constantemente.

Website: http://www.consultaremedios.com.br