LGPD: o que a lei traz de novo para as empresas?

Segundo o 9º Índice de Confiança Robert Half, 34% das empresas brasileiras não estão preparadas para a LGPD e 19% desconhecem o significado e o que representa a sigla. Mas a Lei Geral de Proteção de Dados entrará em vigor em fevereiro de 2020 e estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais. Afinal, o que a lei traz de novo para as empresas?

Sancionada em agosto de 2018 pelo então presidente da República Michel Temer, a LGPD (Lei 13.709/2018) passa a ser aplicada em 16 de agosto de 2020. Daí em diante, é imperativo: empresas de diferentes segmentos e portes só poderão coletar dados dos cidadãos com consentimento. Outrossim, as empresas deverão informar os clientes sobre as informações em questão e como serão usadas.

Para a maioria das organizações, este é um choque de cultura. Ao menos 85% das empresas ainda não se sentem confortáveis para atender às novas regras da LGPD, conforme revelou a pesquisa da Serasa Experian. 

Aos “quarenta e cinco do segundo tempo”, há empresas que ainda desconhecem termos como firewall, LGPD, SD-Wan, WAF, IoT, Cloud, NOC, Network, Fortinet, cibersegurança, Security e Endpoint. De acordo com Clerio Almeida, CEO da Brasiline — empresa especialista em Segurança de Dados, Infraestrutura de Datacenter, Redes e Soluções Tecnológicas — a confusão é comum, mas nada está perdido.

“Com a proximidade da data em que a LGPD entrará em vigor, as empresas brasileiras têm que entender que não estão sozinhas. Empresas como a Brasiline podem auxiliar neste momento de transição, oferecendo suporte em Segurança da Informação: Firewalls, Web Application Firewall, Antivírus, Monitoramento e Gestão de Vulnerabilidades, Infraestrutura da Informação: Projetos de DataCenter, Cloud, Virtualização completa de ambientes e Rede Wifi”, afiança Clerio.

Os dados concordam com o CEO. Ainda segundo a pesquisa da Serasa Experian, 72% das organizações nacionais com mais de 100 funcionários pretendem contratar serviços terceirizados para auxiliar na adequação da lei.  De acordo com Cristiano Oliveira, CTO da Brasiline, é necessário cautela. “Antes de confiar a adequação a LGPD a uma empresa terceirizada, é necessário analisar a expertise do seu time de engenharia, que deve ter ampla certificação e experiência em projetos de missão crítica”, orienta Cristiano.

Segundo Rodolpho Barbosa, Gerente de Novos Negócios, a Brasiline já está preparada para auxiliar as organizações nas adequações à LGPD. “Na Brasiline, também ajudamos nossos clientes em quesitos como manutenção da segurança cibernética e adequação tecnológica da rede às regulamentações de mercado”, explica.

“A Brasiline trabalha apenas com produtos de primeira linha nas análises da principais publicações do mercado, como ‘Gartner Institute’, ‘AV Test’ e ‘NSS-Labs’”, prossegue Rodolpho. “Isso garante que tenhamos sempre à disposição dos clientes os vendors mais visionários e com maior gama de produtos para cada vertical de negócios”, finaliza.

Soluções eficazes

Com mais de 16 anos de história, a Brasiline é uma empresa genuinamente brasileira, sem capital estrangeiro, com crescimento a cada ano na casa dos 15% a 20%. Integradora de soluções de tecnologia aderentes ao corebusiness das empresas, a Brasiline é uma empresa Premium Partners de grandes distribuidores como ScanSource, ARROW e Westcon e foi eleita TOP 5 Canais da Fortinet em 2017. 

Para mais informações, basta acessar: www.brasiline.com.br

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