CCR e Odebrecht saem de disputa por aeroportos de Portugal

Consórcio formado pelas duas companhias brasileiras não foi aprovado para participar de segunda fase da privatização da operadora aeroportuária portuguesa

São Paulo – As razões ainda são desconhecidas, mas o consórcio formado pela CCR e pela Odebrecht não foi escolhido para participar da segunda fase do processo de privatização dos aeroportos de Portugal.

De acordo com o site do Governo português, apenas as companhias Blink, Eama, Fraport/IFM, Vinci E Zurich foram admitidas para a segunda etapa do processo de privatização.

“Cada um dos potenciais investidores deve apresentar propostas vinculativas de aquisição de parte ou da totalidade das operações aeroportuária”, afirmou comunicado do Conselho de Ministros de Portugal publicado na última quinta-feira.

Procurada por EXAME.com, a CCR disse que não vai se pronunciar sobre a decisão, pois desconhece os critérios de escolhas do governo português.

A operação é composta por dez aeroportos, três deles no continente e os outros seis nas ilhas dos Açores e da Madeira. Os dez aeroportos portugueses movimentam cerca de 285.000 pousos e decolagens e recebem mais de 30 milhões de passageiros.