UE parabeniza Obama e defende cooperação para crescimento

Autoridades europeias disseram que os Estados Unidos são um "sócio estratégico fundamental" para a União Europeia

Bruxelas – O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e o da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, parabenizaram nesta quarta-feira o presidente americano Barack Obama por sua reeleição e ressaltaram que vão continuar colaborando em busca da retomada do crescimento e da criação de empregos.

“Temos o prazer de estender nossas calorosas felicitações ao presidente Obama por sua reeleição como presidente dos Estados Unidos da América”, destacaram Barroso e Van Rompuy em um comunicado conjunto.

Ambas as autoridades concordaram ao dizer que os Estados Unidos são um “sócio estratégico fundamental” para a União Europeia, exaltando que esperam manter a “cooperação” estabelecida com Obama ao longo dos últimos quatro anos e reforçar os laços bilaterais “para enfrentar os desafios globais, incluindo os âmbitos de segurança e economia”.

“A busca por crescimento e empregos continua sendo uma prioridade tanto para os Estados Unidos como para a UE e, por isso, seguiremos trabalhando com o presidente Obama para desbloquear um potencial sem precedentes do mercado transatlântico”, sublinharam.

Além disso, as autoridades da UE afirmaram que vão dar continuidade a “intensa cooperação” em matéria de política externa e na “promoção de nossos valores comuns”, exaltando a disposição de uma possível reunião com Obama “em uma data adiantada para reconfirmar nossas prioridades e dar um novo impulso a nossa ação conjunta”.

Em outro comunicado, o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, também felicitou Obama e destacou a proximidade da UE e dos Estados Unidos como aliados que compartilham inúmeros “valores comuns”, como a democracia, o respeito pelo direito internacional, o estado de direito e os direitos humanos.

Segundo Schulz, as duas potências devem trabalhar juntas para promover a paz, consolidar a democracia, lutar contra o terrorismo e a mudança climática, além reforçar o desenvolvimento sustentável, a segurança energética e seguir garantindo o livre-comércio e a governança multilateral.