O que pensam os candidatos à presidência sobre política externa

EXAME questionou os candidatos à presidência sobre os maiores desafios em política externa que o Brasil enfrenta. Veja aqui as entrevistas

São Paulo – Venezuela, refugiados, Donald Trump, guerra comercial Estados Unidos x China, Mercosul. O novo presidente do Brasil terá pela frente desafios complexos que ultrapassam as fronteiras do país e cujos sucessos dependerão da agenda de política externa que será colocada em prática pelo próximo governo.

Para entender como os candidatos à presidência pensam em política externa, tema frequentemente negligenciado nos debates presidenciais, EXAME preparou uma série de entrevistas com os principais nomes das eleições 2018.

Ao todo, foram produzidas sete perguntas, enviadas no mesmo dia para os candidatos que registravam ao menos 1% de intenção de voto segundo pesquisa Datafolha publicada em 22/08/2018: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), agora substituído na capa por Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Álvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL), Cabo Daciolo (Patriota) e Vera Lúcia (PSTU).

Todos os candidatos tiveram ao menos 15 dias para atender aos questionamentos da reportagem e o prazo final para recebimento das respostas foi o dia 14 de setembro. As entrevistas foram publicadas de acordo com a ordem de recebimento. Veja abaixo as entrevistas publicadas:

Álvaro Dias (Podemos)

Guilherme Boulos (PSOL) 

Henrique Meirelles (MDB)

Geraldo Alckmin (PSDB)

João Amoêdo (NOVO)

Fernando Haddad (PT)

Vera Lúcia (PSTU) 

Marina Silva (REDE)

Estes são os candidatos que ainda não se manifestaram sobre as demandas da reportagem:

Cabo Daciolo (Patriota)

Ciro Gomes (PDT)

Jair Bolsonaro (PSL)

Os temas tocados pelas perguntas foram levantados pela reportagem de EXAME a partir de entrevistas com especialistas em política externa de diferentes setores e organizações. Participaram embaixadores e empresários do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e pesquisadores de instituições como o Instituto de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), da Puc-Rio, da ESPM e das Faculdades Integradas Rio Branco.