Grupo extremista assalta comerciante por não respeitar Islã

Comerciante libanês foi assaltado por membros de grupo ligado ao Estado Islâmico, por não respeitar o islã ao fazer negócios

Beirute - Um comerciante libanês foi assaltado nesta sexta-feira por membros do grupo de Abu Hassan al Falastini, ligado ao jihadista <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/ei">Estado Islâmico</a></strong> (EI), por não respeitar os princípios do Islã ao fazer negócios.</p>

O roubo aconteceu em Wadi Hmayed, na região de Arsal, que faz fronteira com a Síria, onde um atentado causou a morte de dois soldados do Exército libanês no mesmo dia.

De acordo com informações da agência oficial libanesa “ANN”, o grupo roubo maços de cigarro e cerca de US$ 1 mil em dinheiro do comerciante.

O EI anunciou a morte de Falastini no dia 4 de agosto, durante combates em Arsal.

Ahmad Taha, verdadeiro nome do emir do grupo na região síria de Al Qalamoun, era procurado pelas forças libanesas por supostamente realizar atentados no sul de Beirute.

Taha, que vivia em um campo de refugiados palestinos em Beirute, já havia sido membro das Brigadas Abdullah Azzam, grupo vinculado à Al Qaeda, assim como muitos outros que se uniram ao EI.