EUA decretam um dia em memória de Bush; Trump diz que vai a funeral

As bandeiras do país na Casa Branca e demais órgãos do governo federal ficarão a meio mastro durante os próximos 30 dias

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, confirmou hoje (1º) que o próximo dia 5 será decretado dia da memória do ex-presidente George H. W. Bush (1989-1993), de 94 anos. Ela também disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a mulher, Melania, irão ao funeral de Bush.

No comunicado, Sanders disse que Trump deve conversar amanhã (2) com o ex-presidente George W. Bush (2001-2009), filho de George H. W. Bush, para prestar condolências em nome do país.

Em 2016, apesar de seus persistentes problemas de saúde, Bush expressou publicamente que era contrário a Trump depois das primárias republicanas. Na época, o agora presidente atacou bastante Jeb Bush, ex-governador da Flórida, também filho do ex-presidente, e então candidato à indicação do partido para a presidência.

A rejeição a Trump era tão grande que, segundo alguns rumores, Bush pai votou na democrata Hillary Clinton nas eleições. O atual presidente, por exemplo, não foi ao funeral de Barbara Bush, esposa de Bush pai, no último dia 17 de abril.

Trump também não compareceu ao funeral do ex-senador pelo Arizona John McCain, que pediu expressamente em vida que o presidente não estivesse presente quando ele fosse enterrado.

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Bandeiras a meio mastro

O presidente americano ordenou neste sábado que as bandeiras do país na Casa Branca e demais órgãos do governo federal fiquem a meio mastro durante os próximos 30 dias em memória do ex-presidente George H. W. Bush.

Pouco antes de decretar luto oficial, Trump cancelou a entrevista coletiva que concederia ao término da cúpula do G20, realizada em Buenos Aires, por respeito à família Bush.