Morre bebê que foi arrancado do útero da mãe após ataque brutal nos EUA

A história do pequeno Yovanny e sua jovem mãe comoveu o mundo. Mãe e filha foram presas acusadas de autoria do ataque

São Paulo – O bebê Yovanny Jadiel López, que foi arrancado do útero da mãe em maio passado, faleceu nesta sexta-feira, 14 de junho, na cidade de Chicago (Estados Unidos). A informação foi divulgada por um familiar e confirmada por veículos de imprensa do país.

“É com muita tristeza que anunciamos a morte de Yovanny Jadiel Lopez. Ele morreu nesta sexta-feira, 14 de junho de 2019, em decorrência de danos cerebrais severos”, diz a nota. “Por favor, rezem pela sua família neste momento difícil”, finaliza o texto.

A história do pequeno Yovanny e sua mãe, Marlen Ochoa-Lopez, chocou o mundo quando veio à tona em maio de 2019 pelos detalhes aterrorizantes, dignos de um filme de terror.

Segundo a polícia, Marlen, grávida de nove meses e com 19 anos, foi atraída para a casa de duas mulheres, Clarisa e Desiree Figueroa, de 46 e 24 anos (mãe e filha) sob a justificativa de que lhe dariam roupas para o bebê. A jovem e as duas mulheres se conheceram via um grupo de mulheres grávidas no Facebook, informou o jornal Chicago Tribune.

Ao chegar na casa das mulheres, foi brutalmente atacada pela dupla, que a estrangulou e então arrancou Yovanny do seu útero. Em seguida, ligaram para os serviços de emergência para dizer que Clarissa havia dado à luz. Foi internada com a criança, embora ela não exibisse qualquer sinal de que havia passado por um parto. Exames de DNA revelaram que não havia parentesco entre eles.

Segundo a polícia, o assassinato foi planejado. No final do ano passado, Clarissa anunciou a amigos e familiares uma falsa gravidez e até publicou imagens nas redes sociais de um ultrassom e do quarto do bebê. Informou ter dado à luz na semana do ataque e tentou, ainda, arrecadar dinheiro por uma plataforma de crowfunding para arcar com despesas médicas.

O corpo da jovem foi encontrado em estado de decomposição, em uma lixeira em 14 de maio, duas semanas depois do seu desaparecimento. Clarissa, seu companheiro, que alega inocência, e Desiree estão presos.