As primeiras imagens dos meninos após resgate em caverna na Tailândia

Em vídeo divulgado pelo governo da Tailândia, meninos e técnico aparecem sorrindo e acenando para as câmeras. Todos passam bem

São Paulo – O resgate dos meninos e o treinador do time de futebol “Javalis Selvagens” foi finalizado com sucesso na última terça-feira, 10 de julho, depois de permanecerem mais de duas semanas presos num complexo de cavernas em Tham Luang, região tailandesa próxima da fronteira com Mianmar.

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Nesta quarta-feira, 11, o governo da Tailândia divulgou as primeiras imagens dos meninos e seu treinador em um vídeo distribuído para a imprensa. Nele, o grupo aparece se recuperando em um hospital em Chiang Rai. Veja abaixo:

Segundo informações de autoridades médicas do país, divulgadas pela agência estatal de notícias, todos estão em boa saúde, embora um dos meninos resgatado na última leva esteja com uma infecção nos pulmões. Todos perderam em média 2 kg durante os dias de isolamento.

Ainda de acordo com os médicos, aqueles resgatados no primeiro dia da operação, 8 de julho, já estão se levantando sozinhos e fazendo refeições normalmente. Com idades entre 14 e 16 anos, eles recebem visitas de familiares, apesar de as visitas ainda precisarem usar vestimentas hospitalares específicas e ficar a pelo menos dois metros de distância dos meninos.

O segundo grupo, composto por meninos de 12 a 14 anos e resgatado no segundo dia, 9 de julho, falam normalmente, não usam mais óculos de sol (antes necessário em razão do grande período que passaram na escuridão) e já iniciaram uma dieta normal. Também já recebem visitas nas mesmas condições do primeiro grupo.

A última leva de resgatados, que inclui o técnico de 25 anos, chegou ao hospital na terça-feira, 10 de julho. Eles passam bem, receberam vacinas, antibióticos e vitaminas. Por enquanto, visitas precisam permanecer do outro lado do vidro que isola a área em que se encontram.

Brincadeira de criança

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira, o chefe da operação de resgate Narongsak Osottanakorn, disse que os meninos estavam apenas sendo crianças quando se perderam, e que ninguém era culpado. “Não vemos os meninos como culpados ou como heróis. Eles são crianças sendo crianças, foi um acidente”, disse.

Considerada de altíssimo risco, a missão de resgate envolveu ensinar os garotos, alguns só de 11 anos e que não eram nadadores exímios, a mergulhar por passagem estreitas e submersas, fato visto como um desafio monumental por especialistas neste tipo de operação. Um ex-membro da unidade de elite da Marinha tailandesa morreu auxiliando as equipes na última sexta-feira, 6 de julho.

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