Apple cai; Aliança anti-Trump acaba…

Apple cai

Em relatório trimestral divulgado nesta terça-feira, a empresa de tecnologia Apple revelou que a venda de iPhones caiu pela primeira vez desde seu lançamento em 2007. As vendas do aparelho diminuíram de 61,2 milhões, no passado, para 51,2 milhões, neste ano. O faturamento do período foi de 50,6 bilhões de dólares, um declínio de 12% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. É oficialmente a primeira queda no faturamento trimestral na comparação ano a ano em 13 anos.

Twitter melhora, mas não o suficiente

Mais uma vez o Twitter anunciou prejuízo nas contas da empresa, desta vez de de 79,7 milhões de dólares, em seu relatório do primeiro trimestre de 2016. As perdas são 51% menores do que as registradas no mesmo período do ano passado. O faturamento da empresa cresceu 36%, para 594,5 milhões de dólares. O número de usuários mensais também aumentou, contrariando as quedas que a empresa vinha registrando, atingindo a marca de 310 milhões de pessoas. Mas o pacote foi pior do que o esperado pelos investidores, o que fez o valor das ações da empresa cair mais de 10% na bolsa de Nova York.

FBI de bico calado

A polícia federal dos Estados Unidos (FBI) disse hoje que não sabe quase nada sobre a ferramenta usada para hackear o iPhone do terrorista de San Bernardino. A agência planeja dizer ao governo federal que não faz sentido compartilhar o método utilizado com a Apple, empresa responsável pela fabricação do aparelho. Dessa maneira, a Apple não terá como descobrir uma forma de consertar a vulnerabilidade.

Começou e já terminou

Não durou muito. Caiu por terra a aliança que o senador Ted Cruz e o governador de Ohio, John Kasich, firmaram para tentar segurar o empresário Donald Trump na corrida pela indicação republicana à Presidência dos Estados Unidos. Na madrugada de segunda-feira, as campanhas de Kasich e Cruz indicavam que eles só atuariam nos estados em que são mais fortes. No entanto, um dia depois Kasich voltou a pedir votos nos estados que havia dito que abdicaria. Ted Cruz fez a mesma coisa, pedindo a seus apoiadores que permaneçam a seu lado.

Hillary foge do KKK

O líder do grupo supremacista branco Ku Klux Klan, Will Quigg, anunciou que está oficialmente apoiando a campanha da pré-candidata Hillary Clinton. Quigg disse que Clinton era uma grande amiga do falecido senador Robert Byrd, que teve atuações no KKK na década de 40. Na época da morte de Byrd, Hillary havia declarado que ele era “um mentor e um amigo”. Os responsáveis pela campanha de Clinton disseram que a história é mentira e rejeitam a agenda de ódio do grupo. A estratégia parece ser voltada para minar o favoritismo de Hillary.

Um Netflix cult?

A produtora de filmes e rede de TV Time Warner Turner anunciou que vai criar um serviço de streaming de vídeos, sem propaganda, voltado exclusivamente para aficionados de cinema, chamado FilmStruck. Desde que o Netflix está focando mais televisão e séries, a Turner vê a oportunidade de criar um serviço que atenda a outra parcela do mercado. O serviço deve ser lançado até o final do ano e ainda não há previsão de quanto custará.

Incêndio na Índia

O Museu de História Natural de Nova Délhi, na Índia, sofreu um incêndio devastador nesta terça-feira. Uma falha no sistema de prevenção de incêndio fez o fogo se espalhar rapidamente, destruindo espécimes raros de flora e fauna, como um fóssil de Tiranossauro Rex. O ministro do Meio Ambiente indiano visitou o local e ordenou uma vistoria em outros 34 museus do país. Os indianos estão enlutados pela perda de um tesouro nacional.