Petrobras, Vale e GOL agitaram o mercado nesta sexta-feira

O Ibovespa fechou em queda de 0,99% nesta sexta-feira, aos 58.407 pontos

São Paulo – O Ibovespa fechou em queda de 0,99% nesta sexta-feira, aos 58.407 pontos, após seis pregões consecutivos de alta.

Os investidores acompanharam o discurso da presidente do Federal Reserve (Fed), Janet Yellen, que afirmou que o emprego nos Estados Unidos “ainda não se recuperou totalmente da crise”, e garantiu que, se o mercado de trabalho se recuperar rapidamente, as taxas de juros podem ser elevadas antes do previsto.

Na Europa, as bolsas fecharam em queda influenciadas pela piora no cenário geopolítico, enquanto os investidores aguardam o discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, que participa nesta tarde do simpósio anual de política econômica em Jackson Hole, nos Estados Unidos.

Aumento da gasolina

As ações ordinárias da Petrobras fecharam em queda de 1,9% nesta sexta-feira. Hoje, a companhia afirmou que continuará reivindicando o reajuste dos preços dos combustíveis, apesar da recente redução da defasagem entre os preços praticados no mercado interno e externo, que tem gerado prejuízo para a estatal, disse à Reuters uma fonte do alto escalão da empresa.

GOL

Os papéis preferenciais da GOL fecharam em alta de 0,22% nesta sexta-feira. A companhia divulgou uma aumento de 8,6% na demanda total por voos e queda de 2,8% na oferta de assentos em julho contra o mesmo mês do ano passado, o que ajudou a empresa a fechar o mês com alta na taxa de ocupação.

 

Dívida

As ações ordinárias da Eletrobras recuaram 0,55% no pregão de hoje. A estatal informou que pagará a dívida de 452 milhões de reais que duas de suas distribuidoras têm com a Petrobras por compra de combustível.

Queda no preço

Os papéis ordinários da Vale encerraram em queda de 0,6%. O mercado repercutiu a notícia de que o minério de ferro no mercado físico chinês caiu para perto de 90 dólares por toneladas, menor patamar em dois meses, fechando a segunda semana consecutiva de queda, pressionado por ampla oferta e condições de crédito mais restritas.