Dólar recua por conta de pesquisas eleitorais

Aqui, duas novas pesquisas - do Ibope e do Datafolha - são esperadas no fim do dia e devem amparar as especulações ao longo da sessão

São Paulo – A expansão da atividade do setor de serviços na China em agosto e a discussão diplomática sobre um cessar-fogo duradouro anunciado pela Rússia e Ucrânia abrem espaço para uma melhora dos mercados internacionais e também no Brasil.

Aqui, a disputa presidencial é o principal driver dos negócios. Duas novas pesquisas – do Ibope e do Datafolha – são esperadas no fim do dia e devem amparar as especulações ao longo da sessão.

Em relação ao Ibope, os rumores que circulavam no mercado ontem eram de que o levantamento mostrará Marina Silva (PSB) à frente de Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno.

O dólar oscila em baixa desde o início da sessão e, às 10 horas, estava na mínima, a R$ 2,2280 (-0,71%). Até esse horário, a máxima foi de R$ 2,2370 (-0,31%). Na BM&FBovespa, o dólar para outubro recuava 0,66%, a R$ 2,2445, após oscilar de R$ 2,2440 (-0,69%) a R$ 2,2555 (-0,18%).

Os indicadores domésticos podem não ter grande influência sobre os negócios. Isso porque tendem a confirmar o enfraquecimento da economia e não é esperada novidade da reunião do Copom, que poderá anunciar à noite a manutenção da taxa Selic, nos atuais 11% ao ano, segundo as apostas majoritárias dos analistas do mercado ouvidos pelo AE Projeções.

Às 10 horas, sai o índice PMI de agosto do setor de serviços e o composto, que abrange também a indústria, calculado pelo HSBC. Às 12h30, é a vez do Banco Central anunciar os números semanais do fluxo cambial e os dados fechados de agosto, além do IC-Br no mês passado.