Dados econômicos e corporativos pressionam ações europeias

Confiança empresarial alemã caiu pelo quinto mês consecutivo em setembro, ao menor nível desde abril de 2013

Londres - Dados econômicos fracos na <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/alemanha">Alemanha</a></strong> e resultados corporativos desanimadores do grupo holandês TNT pressionavam as ações europeias nesta quarta-feira, mas comentários incentivadores do chefe do Banco Central Europeu (BCE), <strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/mario-draghi">Mario Draghi</a></strong>, evitavam perdas. </p>

A confiança empresarial alemã caiu pelo quinto mês consecutivo em setembro, ao menor nível desde abril de 2013, sugerindo que as expectativas de forte recuperação no terceiro trimestre na maior economia da Europa podem ser revisadas.

Os dados do instituto de pesquisa Ifo se somaram à recente série de indicadores econômicos piores que o esperado para países da zona do euro, incluindo a França, o que tem colocado pressão sobre o BCE para que lance novas medidas para apoiar o bloco.

Em entrevista a uma rádio francesa, Draghi disse que o BCE manterá a política monetária frouxa pelo período que for preciso para levar a inflação no bloco de perto de zero rumo à meta de pouco abaixo de 2 por cento.

Às 8h08 (horário de Brasília), o índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 tinha alta de 0,20 por cento, a 1.377 pontos.

Notícias corporativas fracas também salientavam os problemas econômicos da Europa. A companhia holandesa de logísticas TNT despencava cerca de 12 por cento após alertar que o crescimento baixo na Europa vai impactar suas margens no terceiro trimestre.

A companhia anunciou também que está provisionando 50 milhões de euros para resolver uma investigação anticompetição conduzida por autoridades na França.