As ações mais e menos atrativas, segundo o Santander

Banco avaliou os papéis listados na Bovespa em 5 métodos diferentes

São Paulo – As ações das elétricas dominam a lista das mais atrativas da Bovespa, mostra uma análise conduzida pela equipe do Santander divulgada nesta semana.

Os analistas avaliaram os papéis listados na BM&FBovespa sob sua cobertura (fora bancos), não apenas os integrantes do Ibovespa, em cinco categorias: valuation, retorno, alavancagem financeira, fluxo de caixa e crescimento.

Segundo o banco, o relatório “Em Busca de Valor” tem o “objetivo de proporcionar aos investidores uma ferramenta de análise do valor relativo para suas decisões de investimento nas ações brasileiras”.

Mais e menos atrativas

De acordo com o documento assinado pelos analistas Marcelo Audi e João Noronha, os setores mais atrativos são Telecomunicações, Alimentos e Bebidas e Construtoras. Os setores de Agronegócios, Imóveis para Aluguel, Celulose e Produtos Florestais e Petróleo, Gás e Petroquímico são os menos atraentes.

As ações mais atrativas são: EZTec (EZTC3), AES Tietê (GETI4), Copel (CPLE6), Telefônica Brasil (VIVT4), Direcional (DIRR3), Tractebel (TBLE3), Tim (TIMP3), Comgás (CGAS5), Queiroz Galvão (QGEP3) e Embraer (EMBR3).

As menos atrativas são as seguintes: OGX (OGXP3), LLX (LLXL3), Eletropaulo (ELPL4), Marfrig (MRFG3), Minerva (BEEF3), Iguatemi (IGTA3), HRT (HRTP3), Suzano (SUZB5), São Martinho (SMTO3) e Cosan (CSAN3).

Quem melhorou e piorou

O banco também listou as ações que mais pioraram ou melhoraram no ranking em relação ao último relatório, publicado em 10 de setembro. As vencedoras no período foram: Queiroz Galvão, Estácio (ESTC3), Kroton (KROT11), Tractebel e IMC (IMCH3). Já HRT, Eletropaulo, CPFL (CPFE3), Tecnisa (TCSA3) e Petrobras (PETR3) foram as que mais caíram.