10 notícias para lidar com os mercados nesta quarta-feira

Petrobras paga prêmio recorde sobre Vale em captação externa; BR Malls tem vendas totais consolidadas de R$5,3 bi

São Paulo – Aqui está o que você precisa saber:

Bônus: Ações sobem com possível aumento de recurso do FMI. Fundo Monetário Internacional poderá ampliar em até US$ 1 trilhão os recursos para emprestar aos países.

1 – Petrobras paga prêmio recorde sobre Vale em captação externa. Petróleo Brasileiro e da Vale, as duas maiores empresas brasileiras por valor de mercado, seguem em direções opostas no mercado de dívida corporativa. O descompasso ocorre após a Petrobras ter feito captações no mercado internacional que foram 9,5 vezes maiores do que as emissões de dívida da Vale.

2 – BR Malls tem vendas totais consolidadas de R$5,3 bi no 4o trimestre. No ano de 2011, o volume consolidado de vendas chegou a 16,1 bilhões de reais, um crescimento de 20,4 por cento em relação ao ano de 2010. No ano de 2011, o volume consolidado de vendas chegou a 16,1 bilhões de reais, um crescimento de 20,4 por cento em relação ao ano de 2010.

3 – Rossi atinge expectativa com R$ 4,2 bilhões em lançamentos em 2011. No ano, a empresa lançou 4,2 bilhões de reais, atingindo a meta prevista para 2011, com crescimento de 26 por cento sobre 2010. A construtora e incorporadora Rossi Residencial registrou lançamentos de 1,2 bilhão de reais (parte Rossi) no quarto trimestre de 2011, 12 por cento superior ao apurado no mesmo período em 2010, informou a empresa na prévia-operacional divulgada nesta terça-feira.

4 – S&P diz que Alemanha manterá nota AAA, mesmo com recessão. “Acreditamos que a Alemanha encontra-se em uma posição relativamente forte e que suportaria uma eventual recessão neste ano sem perder sua nota”, disse Moritz Kramer, diretor na Europa da agência de classificação financeira Standard and Poor’s. A agência acaba de rebaixar a nota de vários países europeus, entre eles da França, que perdeu o triplo A.

5 – Banco Mundial projeta crescimento de 8,4% para China em 2012. O Produto Interno Bruto (PIB) da China crescerá 8,4% em 2012, predisse nesta quarta-feira um relatório do Banco Mundial (BM), um dia depois de a segunda maior economia do planeta ter anunciado alta de 9,2% em 2011.


6 – BHP prevê produção recorde de minério de ferro e aposta na China. País é o maior mercado para grandes volumes da commodity usada na fabricação de aço e também para cobre, carvão e outros minerais. A China é o maior mercado para grandes volumes da matéria-prima usada na fabricação de aço e também para cobre, carvão e outros minerais que a BHP Billiton e a Rio Tinto exploram mundialmente.

7 – Bolsa de Tóquio sobe 1%, com redução de temor global. A desaceleração econômica global estimulou as compras em ações de corretoras, como Nomura Holdings, assim como na Fanuc, TDK e outras grandes exportadoras. “Diminuiu a cautela sobre a desaceleração econômica global”, disse Hiroichi Nishi, gerente geral de equity da SMBC Nikko Securities.

8 – IPC vai a 0,79% na segunda prévia de janeiro, de 0,75% na primeira. O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) veio dentro das estimativas, que oscilavam entre 0,75% e 0,86%. O resultado apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) veio dentro das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que oscilavam entre 0,75% e 0,86%, com mediana de 0,82%.

9 – ANTT aceita todas as garantias em leilão de BR no Espírito Santo. A Agência não informou quantas empresas apresentaram propostas, nem seus nomes. Mas alguns dos participantes já revelaram que se inscreveram para a disputa, como a CCR, a OHL Brasil e a Triunfo Participações.

10 – Governo argentino acusa Petrobras de participação em cartel. Os representantes do governo de Cristina Kirchner prometeram uma investigação profunda do caso. As empresas YPF, Shell, Esso e Oil também estão no grupo sob investigação por “abuso da posição dominante” e cobrança de “sobrepreços”.

Bônus 2: Atenas espera credores privados para acertar redução da dívida. O entrave das negociações é a taxas de juros dos novos títulos de dívida que substituirão os atuais nesta troca que representa uma grande redução da dívida grega.