Rede de lanchonetes americana revê machismos em comerciais

Há dois anos, a Carl Jr. veiculou um comercial no Super Bowl que causou críticas por comparar uma modelo com um pedaço de carne

O mundo mudou.

O machismo e a objetificação da mulher não são mais valores a serem vendidos em campanhas publicitárias.

As marcas percebem isso e reveem antigas peças tanto no Brasil quanto no mundo.

Por isso, se engana quem pensa que foram só cervejarias como a Skol que se reposicionaram, nos Estados Unidos a popular rede de lanchonetes Carl Jr. também reviu seus trabalhos anteriores.

Há dois anos, a franquia de hambúrgueres veiculou um comercial no Super Bowl que causou críticas pela misoginia em comparar uma modelo seminua com um pedaço de carne.

O deslize na comunicação só evidenciou problemas internos na empresa que se viu obrigada a trocar o antigo CEO, Andrew Puzder, pelo ex-presidente do KFC, Jason Marker.

Seu sucessor chega na nova casa em momento de mudanças.

Ao se aproximar da agência 72andSunny, a companhia percebeu que usar Paris Hilton, Kim Kardashian e Charlotte Mckinney para atrair clientes era tão datado quanto antigas pinturas.

Para evidenciar este posicionamento, nesta semana (29) foi lançado um anúncio que brinca com a ficção para explicar um pouco da realidade.

Na peça, um jovem herdeiro zoa o dia inteiro na empresa do pai, mas a farra acaba quando o verdadeiro dono chega para pôr ordem na casa e acabar com a molecagem.

Confira:

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da AdNews.