Kiko do KLB critica posicionamento da Omo nas mídias sociais

A marca divulgou uma nova campanha solicitando para pais abolir brincadeiras de gênero, mas o cantor não gostou da inteção

Tomar posição sobre alguma questão social importante continua sendo um grande desafio para as marcas, sobretudo em um cenário de intolerância e um terreno hostil como as mídias sociais.

Ainda ontem (9) destacamos aqui uma campanha da marca Omo, que convocou um “recall” de brincadeiras que reforçam clichês de gênero.

Basicamente o post da marca no Facebook diz que o “mais importante do que o brinquedo é a brincadeira, a participação dos pais nesse processo e os momentos que vão marcar a vida delas para sempre”.

Curiosamente, cantor Kiko Scornavacca, integrante do trio KLB, resolveu se posicionar contra a mensagem da marca de sabão em pó. Em seu texto indignado no Instagram, o músico diz que nenhuma empresa deve se meter na criação de seu filho e questiona: “que tipo de anticristos estão tomando conta das coisas agora?”.

O desabafo ganhou mídia espontânea em diversos veículos. Embora a postagem tenha sido apagada, diversos prints foram espalhados pela rede.

No post original no Facebook, o número de curtidas é bem maior que o número de reações negativas, mas o fato de uma pessoa pública criticar a empresa é sempre um sinal de alerta para o time de RP da marca.

O fato é que a Omo se posicionou sobre o assunto. “Há mais de quinze anos OMO promove a importância do desenvolvimento infantil e do livre brincar para o crescimento das crianças e que o novo posicionamento da marca convida as pessoas a não deixarem a vida passar em branco. OMO quer reforçar, no Dia das Crianças, que toda a criança tem direito a se sujar e a brincar livremente como quiserem. Mais importante do que o brinquedo é a brincadeira, o aprendizado e os momentos positivos que resultam desta experiência“.

O que você achou desse buzz todo gerado pela campanha e o comentário do integrante do KLB?

*Conteúdo publicado originalmente no site AdNews.

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  1. Milton Barreto

    Eu concordo com ele,quem são eles para virem ensinar como educar meus filhos.
    Falem mais de intolerancia ao invés de ficar tentando se meter na vida das pessoas.

  2. heitor zanini

    Concordo plenamente com o Kiko Scornavacca, já estamos saturados dessa porcaria toda que querem nos enfiar goela abaixo. Uma minoria de safados querendo impor suas taras e imundices para a imensa maioria das pessoas que compõe essa nação. De minha parte já estou torcendo para que haja uma guerra em que se extermine um dos lados, nem que esse lado a ser extinto seja o meu. NÃO QUERO viver em um mundo dominado por seres abjetos iguais a esses que pregam essa porcaria toda. OMO aqui em casa já era.

  3. Eu acho que ele está certo em manifestar sua opinião, sendo ela contrária à propaganda ou não, pq a livre manifestação do pensamento é um direito previsto na Constituição. Realmente, vivemos numa era de transição, onde muitos tabus e preconceitos estão sendo quebrados, mas concordo quando ele usa a expressão “goela abaixo”. Isso é claro. Realmente basta ligar a TV, entrar na internet ou qq outra forma de comunicação pra levar uma enxurrada desses novos conceitos. Acho que, independente de estarem certos ou não, enfiar goela abaixo só vai criar ódio e revolta. Talvez por isso essa “onda conservadora” está crescendo. A pessoa é bombardeada 24h por dia com esse tipo de coisa. Não acho que o caminho seja esse e não acho que vá acabar bem. Vai gerar mais preconceito e alimentar um ódio que era menor ou não existia.

  4. Anti-Cristo? Cristo não deve nem ser referenciado em um comentário sério a respeito do que for! Falou-se em Cristo, reduziu-se o comentário a meta especulação, quando há um posicionamento a favor ou contra alguma coisa. Sou cristão, mas sou esclarecido o suficiente pra entender que a sociedade não mata gays todos os dias porque Oxalá discorda, e sim porque uma Bíblia mal interpretada condena.

  5. Fábio Casado

    Concordo totalmente com o Kiko. A esquerda quer impor sua maldita agenda da forma mais suja possível, doutrinando crianças, erotizando crianças e, acima de tudo, tentando dividir a sociedade! Os homossexuais sempre existiram, sempre existirão, serão respeitados algumas vezes e outras não, assim como gordos, magros, brancos, negros, altos, baixos, deficientes, etc. Não é promovendo a doutrinação de esquerda que se ensinará respeito ao cidadão!!

  6. Olha já não comprava produtos da JBS, agora vou evitar comprar produtos OMO. Confesso que li o título do texto e entrei com uma pedra na mão, achando que o kiko seria a favor deste lixo de discussão de genero, pois a maioria da classe artística assim o é, mas tá para nascer o filho da puta que vai falar para um filho meu, que menino pode ser menina e vice versa.

  7. Pettine Prit

    Kiko, eu respeito a diversidade de opiniões, pois devemos primar pelo respeito acima de tudo, mas não quer dizer que eu concorde com todas as opiniões. Eu não concordo tb com a sua, ao menos em gde parte. Uma sociedade hipócrita que diz “prezar” pela liberdade e pela liberdade de se publicar o que quiserem, pela não regulamentação dos conteúdos da TV, e então, ficam tão doidos assim por um comercial desse!?!Eu sou a favor de que criança brinque. A imaginação é dela e pra imaginação não há limites (limites restringem a criatividade e a imaginação). As crianças podem brincar de carrinhos, oras. Quem estabelece esse senso de “apropriado” e “inapropriado” são os adultos, cheios de preconceitos. Por que pode a menina brincar com um carrinho da Barbie, mas não poderia com um Hotweels, por exemplo. E por que somente as meninas têm que ser culturalmente/socialmente instruídas a priorizar e zelar pela maternidade com as bonecas de bebê, enquanto os meninos, nessa sociedade machista mantem exclusivamente a elas esse papel não permitindo que um menino tb tenha contato com um bebê boneca? Quando ele tiver filhos, tem só que pagar pensão e não segurar nos braços, é isso? Aff! Eu adorei o comercial e acho q como pessoa pública vc poderia fazer mtas coisas uteis se quisesse, ao invés de manter essa revolta desmedida gastando energias onde não é necessário.

    1. Wander Pereira

      Achei o comercial uma bela porcaria. Afinal é a cara do Brasil e da maioria dos brasileiros.

  8. Wander Pereira

    Kiko está certo sim. Lamentável é que são poucos que estão se posicionando com essa “ideologia de genero”. Outros formadores de opinião tem que se manifestar em favor da Família e das Crianças.

  9. Wander Pereira

    Aquilo que foi pregado a muitos anos por algumas pessoas adeptas ao socialismo, uma delas foi Karl Marx. Eles eram contra a família. A maneira de se fazer um estado forte é rebaixar a família. Portanto filhos se cria de qualquer maneira “livres”. A consequência será no futuro. A esquerda de agora está ressuscitando aquilo que não deu certo. Nota 0 (Zero) para o comercial da Omo.