Filme da Pinacoteca defende a liberdade na arte

Instituição estreia um filme para reforçar a ideia de que não existem fórmulas estabelecidas para compreender a arte

Desde o início do ano, a Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, desmitifica o ato de apreciar a arte por meio de uma campanha publicitária, criada pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi.

Esta semana (16), a instituição estreia um filme para reforçar a ideia de que não existem fórmulas estabelecidas para compreender a arte.

Dirigido por João Papa e Manu Mazzaro, da Barry Company, a produção revela alguns questionamentos recorrentes dos visitantes.

Confira abaixo a peça que tem como grande protagonista o quadro “Antropofagia”, de 1929, de Tarsila do Amaral:

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da AdNews.

Comentários

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  1. Cesar Tomich

    Se nenhuma “arte” pode ser proibida, então vamos permitir arte nazista, racista, machista, pedófila…. né?… Ora, francamente, é óbvio que nem tudo é arte, para começar, ou alguém junta um monte de bosta e diz que é arte, e todos tem que aceitar… Arte é algo muito subjetivo, o que é arte para uns não é para outros… O principal é que onde há crime ou desrespeito a fé popular, a alguma religião, vilipendio de objeto de culto religioso, por exemplo, como na exposição do Santander, o povo tem o direito de protestar, como ocorreu. Esse protesto democrático não pode ser chamado de “censura”. E o Santander ter desistido da exposição também não. Não pode agora uns e outros “progressistas” querer calar o povo. Mais importante é o POVO não ser calado!

    1. Arte não está nas obras, objetos ou exposições, arte está em nós, e isso é comprovado cientificamente, os objetos não possuem beleza, na realidade nós que damos algum sentido para as obras, ou seja tudo pode ser considerado arte e não está errado nem certo a maneira como você interpreta algo. Proibir que pessoas não sintam é algo tão ridículo. E se o ponto for pelo conteúdo que acreditam ser impróprio para crianças, leam os livros que são obrigatórios nas escolas, cenas eróticas e sexuais tratadas de forma educativas e não pervertidas, então porque falar sobre sexualidade é um tabu tão forte e incômoda tanta gente?