Comercial com Cumpadi Washington pode escapar de punição

Vídeo terá novo julgamento após queixas de consumidores que acharam punição ao comercial excessiva

São Paulo – O que fazer quando seu garoto-propaganda é conhecido pelo bordão Ordinária? Aproveitá-lo num comercial cujo tema é livrar-se de situações-mala, pensou o BomNegócio.com.

O problema é que a palavra incomodou parte da audiência e gerou processo no Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária), que pediu o corte do trecho. No entanto, pode ser que o vídeo com o pagodeiro Cumpadi Washigton seja salvo da punição – e por iniciativa do próprio conselho.

O Conar confiurmou que a campanha passará por um novo julgamento em meados de agosto, após decisão da entidade de rever a punição. Segundo o órgão, a segunda chance reflete a reclamação de consumidores que classificaram a penalidade dada à peça publicitária excessiva.

Na ocasião do primeiro julgamento, 50 consumidores enviaram reclamações sobre o vídeo, classificando o bordão como “ofensivo” às mulheres. Mas a notícia de que esse trecho do filme seria retirado do ar repercutiu mal, e levou à mais de 100 queixas sobre a medida.

De acordo com o Conar, o objetivo da entidade é refletir o comportamento dos consumidores, o que, afirma, aconteceu em ambos os momentos.

Para o novo julgamento, a recomendação é que o novo júri não seja formado pelos mesmos integrantes que estavam presentes na primeira instância.

Procurado pela reportagem, o BomNegócio.com comemorou a notícia através de posicionamento. “Foi com satisfação que o Bom Negócio tomou conhecimento sobre a decisão do Conar de reaver o caso que retirou do ar o comercial protagonizado pelo Compadre Washington. A empresa informa que aguardará a nova decisão do órgão”.

Assista ao vídeo, desenvolvido pela NBS: 

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