Uma viagem para curtir a estrada

Num conversível, nosso repórter desbrava com a namorada o que há de melhor no trecho São Paulo-Rio – pela Dutra!

Eu não sei dirigir. Não por medo, ideologia ou coisa do tipo. É só uma constatação. Só faço coisas que posso fazer bem, e dirigir não é uma delas. Quando a VIP me convidou para fazer uma viagem dessas de cinema, com carro conversível entre São Paulo e Rio de Janeiro, abri o jogo e deixei a redação à vontade para convidar alguém que soubesse a diferença entre acelerador e embreagem. Adorei a ideia, mas não colocaria a revista em uma fria. “Não sei dirigir, mas minha namorada sabe. Isso é um problema para vocês?” Resposta: “Claro que não! Tem coisa mais VIP do que fazer uma viagem dessas, com a namorada dirigindo?” Grande VIP. E grande Bárbara, minha namorada. Além de compartilharmos os mesmos gostos de viagens, ela sabe distinguir aqueles sons incompreensíveis que denunciam quando o carro quer correr mais.

Um mês depois, numa manhã ensolarada de sábado, fomos apresentados ao terceiro personagem desta história. Para ser sincero, fiquei com um pouco de ciúme dele: a Bárbara se encantou com o Mini Cooper.

O carrinho conversível poderia ter estrelado aqueles filmes que a gente gosta tanto, como Curtindo a Vida Adoidado (do John Hughes) ou Easy Rider (do Dennis Hopper), que bem merecia uma versão com carro conversível. Ela tomou algumas aulas rápidas sobre alguns dos seus segredos. Depois, nós pegamos o bonitão (foi exigência da Bárbara que eu, em algum momento deste texto, escrevesse que o carro é bonitão – ela preferiria gatinho, mas eu acho que pegaria mal) e começamos a viagem.

No início, não era propriamente cinematográfica. Estava mais para uma viagem na qual eu poderia experimentar a dura e até um pouco chata vida das celebridades (aliás, isso se repetiu durante todo o trajeto). Na saída de São Paulo, as pessoas aceleravam com três objetivos: a) nos ultrapassar, porque motoristas gostam de mostrar que seus carros podem correr; b) ver quem estava dentro do carro; e c) dar aquela buzinadinha de saudação, quase dizendo “parabéns, doutor!”. Quando entramos na Rodovia Presidente Dutra, as churrascarias da Marginal Tietê, os motéis de R$ 30 e os bares de striptease com churrasco desapareceram. Entraram os galpões industriais de Guarulhos. Comentei com a Bárbara que eles me lembravam Liverpool, que também foi uma cidade industrial cheia de galpões. Ela riu, muito, e disse que a viagem já ia ser legal o suficiente para eu ficar vendo Liverpool em Guarulhos. Mas não era piada. Aqueles galpões, um pouco arrumados, ficariam muito parecidos com a entrada da cidade dos Beatles. Mas, enfim.

6 MOMENTOS INESQUECÍVEIS
UMA VIAGEM É UMA SUCESSÃO DE INSTANTES QUE TE LEMBRAM QUE A VIDA, APESAR DA MARGINAL TIETÊ E DA LINHA VERMELHA, É BOA

1) TOMAR SORVETE NA PRAÇA DA MATRIZ, EM QUELUZ
A combinação de carro conversível com sorvete e cidade retrô consegue ser simples e elegante.
2) PASSAR A TARDE EMBAIXO DE UMA ÁRVORE, EM ENGENHEIRO PASSOS, NO HOTEL-FAZENDA
Nós crescemos no interior e sabemos a importância disso. E, sim, às vezes falamos “porrrrrrta”.
3) ANDAR SEM A CAPOTA DO MINI RUMO ÀS CACHOEIRAS DE PENEDO
Quando o dia está terrível no trabalho, lembro do som da capota abrindo e do vento invadindo o carro.
4) A VISTA DO RIO A PARTIR DA SERRA DAS ARARAS
Pare no começo da Serra das Araras, estique as pernas e saiba por que o Rio é sinônimo do que o Brasil tem de mais bonito.
5) PASSEAR DE CONVERSÍVEL EM IPANEMA
É uma cena de cinema. Se a sua namorada não disser que você é “o cara”, desista da relação. Ela não é a mulher da sua vida. A minha disse.
6) ALMOÇAR COM OS AMIGOS NO BAR URCA, NO RIO
Aquele céu, aquele mar, aquela cerveja, aquele pastel à beira-mar, aquela conversa que pede para não terminar.

DESCAMINHO
A Dutra, a princípio, não é uma estrada muito aprazível. É estreita, sinuosa, tomada por caminhões desprovidos de civilidade e sem um único trecho de mar para aliviar os olhos em seus 402 quilômetros. Meus amigos todos recomendaram a Rio-Santos como o caminho mais legal. Eu e a Bárbara decidimos que iríamos pela Dutra porque a estrada tem, sim, seu charme. Além disso, nós somos teimosos. Se todo mundo fala para fazermos alguma coisa, a gente geralmente faz o inverso. Porque a graça deste mundo é pensar por si mesmo, inventar a sua própria vida. Estávamos certos.

Durante mais ou menos duas horas, até a cidade de Roseira, vivemos o carro e a estrada. Éramos eu, Bárbara, o Mini Cooper e as músicas que a gente levou. Passamos quase uma hora em silêncio, vendo a paisagem mudar de galpão industrial para pasto, de pasto para fábrica, de fábrica para shopping, de shopping para fábrica de novo, de fábrica para placa indicando que haveria um posto do Frango Assado em Roseira. Essa foi a nossa primeira parada, e está intimamente ligada ao silêncio da primeira parte da viagem. Seria bonito dizer que a gente foi em silêncio só porque estávamos curtindo a estrada. Foi, também. Mas é mais completo dizer que a gente estava de ressaca. Em Roseira, fomos ao banheiro e comemos um sanduíche contra dor de cabeça. Ok, o Frango Assado de Roseira não é um charme. Mas é limpo e não tem a mesma horda de viajantes que assolam outras redes da Dutra. Ponto para ele.

POP STAR
Quando estávamos indo para o carro, uma cena que se tornou comum em toda parada. Vimos que algumas pessoas se amontoavam ao redor do Mini Cooper. Paramos e ficamos observando enquanto um casal tirava uma foto fazendo o “V” da vitória. Quando estavam partindo para mais uma sessão de fotos, a gente achou que já era hora de seguir a estrada para almoçar mais adiante. Ofereci uma foto comigo, mas eles não quiseram.

Pouco tempo depois, chegamos ao O Paturi, restaurante francês recomendado por alguns amigos, em Guaratinguetá. Não foi muito fácil encontrar porque o acesso está em obras. Mas, aportando por lá, entramos involuntariamente num terceiro filme. Ele poderia servir de cenário a Kill Bill, de Tarantino. Ele tem um vaso de gosto duvidoso no centro do salão, os móveis coloniais se misturam com alguns objetos que parecem saídos de uma boate dos anos 1980 e uma máquina de café da primeira metade do século 20 que, infelizmente, é só decoração. Eu adoraria tomar um café daquele tubo de latão.

Pedimos os pratos, e até a Bárbara, que escolhe a dedo os restaurantes aonde vamos, gostou. Eu pedi um steak au poivre e ela, um filet sauce roquefort. A carne estava como nós pedimos e os molhos estavam saborosos. Ainda melhor: diferente da tradição francesa de pratos pequenos e preços altos, o preço é razoável e a porção, generosa. Porque é legal impressionar a namorada em um restaurante francês, mas não é legal sofrer, faminto. A França poderia aprender muito com Guaratinguetá.

Seguimos a vida e chegamos perto da divisa entre São Paulo e Rio, ansiosos para abrir a capota do carro e curtir a estrada sem teto. O problema é que o Mini Cooper não deixa você abrir a capota em alta velocidade. Como estava muito quente e a gente queria andar sem capota, entramos em uma cidade chamada Queluz, um pouco antes do limite entre os estados. A cidade cresceu por causa das fazendas de café, e algumas das suas casas devem ter mais anos de vida do que meu time de futebol. Ela conserva um ar pacato, que exige um sorvete na Praça da Matriz. E foi o que fizemos antes de seguir, de capota fechada, para Engenheiro Passos. Todo mundo deveria, ao menos uma vez na vida, tomar sorvete dentro de um carro conversível. Como todo mundo deveria ter direito  a passar uma tarde no hotel-fazenda Villa-Forte, em Engenheiro Passos.

Nós não tínhamos reserva nem havia vagas no hotel, criado em 1918. A equipe não teria nenhum motivo para nos deixar à vontade, para nos convidar a tomar  o café da tarde debaixo daquelas árvores centenárias, fazendo nada. Mas eles deixaram, sem que em nenhum momento tivessem visto nosso carro ou soubessem  qual é a nossa profissão (como é praxe, nós não dissemos que éramos jornalistas). É o típico lugar que cai bem para casal ou para grupos de casais, conversando e tomando alguma coisa na beira da piscina. Obviamente, havia seguranças ao redor, mas nada intrusivo. Não sei se o fundador do hotel, o fazendeiro e almirante José de Siqueira Villa-Forte era um sujeito gentil, mas certamente sabia como receber hóspedes. Não conseguimos ficar lá, mas a Bárbara me fez prometer que vamos, no inverno, tomar chocolate quente perto da montanha.

10 MÚSICAS PARA CURTIR A ESTRADA
NAS VIAGENS, A BÁRBARA FAZ A TRILHA SONORA. AQUI ELA COMENTA

1) DEVENDRA BANHART – I FEEL JUST LIKE A CHILD
Minha alfi netada no Leandro, que tinha que aprender a dirigir.
2) KATE NASH – FOUNDATIONS
Esqueça a letra e curta a melodia, que é linda.
3) SHE & HIM – WHY DO YOU LET ME STAY HERE?
Pergunto ao Leandro se ele gosta da vocalista Zooey. “Talentosa, né?”, ele responde (querendo dizer que ela dava uma capa da VIP).
4) RITA PAVONE – DATEMI UN MARTELLO
Nada melhor que uma diva para acordar numa viagem.
5) NOUVELLE VAGUE – DANCING WITH MYSELF
A versão é linda e dá para cantar a plenos pulmões.
6) MULATU ASTATKE – YÈKÈRMO SÈW
Curtimos ao pé de uma árvore centenária, nos fones de ouvido.
7) GOTAN PROJECT – ÉPOCA
Na tempestade, essa era a canção mais thriller que a gente tinha.
8) BUENA VISTA – CHAN CHAN
Combinou direitinho com o clima relax da road trip.
9) TIM MAIA – DO LEME AO PONTAL
Quem nega que do Leme ao Pontal não haja nada igual?
10) CAETANO VELOSO – A COR AMARELA
Música certa para ouvir na Av. Atlântica. Amei.

SEM-TETO
Seguimos viagem com a capota aberta e o delicioso sol das 17h. Voltamos à Dutra e decidimos que não iríamos correr para dormir no Rio. Mudamos nossos planos e paramos em Penedo, que fica ao lado do mais antigo parque nacional do Brasil, o Itatiaia, com as montanhas que ganharam o merecido apelido de Agulhas Negras. A cidade, com sua colônia de finlandeses, estava tomada por turistas, mas não foi difícil achar uma pousada com piscina, chalé espaçoso e a dez minutos de caminhada do centro. O Hotel Mariska é comandado por uma imigrante húngara que, além da língua natal, fala russo, italiano, alemão e inglês. O filho dela é apaixonado por carros e ficou quase 20 minutos perguntando sobre o carrinho, sobre a viagem e nos dando algumas boas dicas de cachoeiras para passarmos as últimas horas de sol do dia.

Até tentamos seguir as dicas dele, mas experimentamos o lado ruim de viajar com o Mini Cooper: não conseguimos ficar em paz. O caminho para as cachoeiras de Penedo é lindo, a paisagem é deslumbrante e poderíamos passar horas naquela estrada sinuosa, mas parar foi uma experiência desagradável. As pessoas vinham conversar  sobre o carro, perguntar quem nós éramos, de onde estávamos vindo. Perdemos a paciência, deixamos o carro no hotel e fomos para a cidade, onde sorvemos cerveja artesanal e comemos uma truta rosa no restaurante Fritz. Depois, fechamos a noite tomando sorvete finlandês em uma das inúmeras sorveterias locais e, ainda melhor, brincando de autorama. Eu disse que não  sei dirigir, o que não significa que eu não goste de carros que podem ser guiados apenas com botões. Até a Bárbara gostou do momento retrô.

No outro dia, pela manhã, rumamos para o Rio de Janeiro. Decidimos fazer uma surpresa para dois casais de amigos e, perto da Serra das Araras, quando a Mata Atlântica se insinua na estrada perigosa, combinamos de almoçar no Bar Urca, vendo o mar, comendo petiscos, degustando um badejo com molho de mostarda. É o típico programa que deixa a sua cabeça cheia de clichês sinceros, sobre como  a vida é boa, e te faz cantarolar, desafinado, alguma canção do Vinicius de Moraes. Culpa do Rio e dos amigos, é claro. Nós passamos algumas boas horas conversando numa murada de pedra, de frente para o Pão de Açúcar e de costas para o mar, saboreando a amizade.

Quando o dia estava quase acabando, pegamos o caminho de volta. Antes de subir a serra, paramos na Casa da Picanha, logo depois do primeiro pedágio da Dutra, em Seropédica. Queríamos nos despedir das paisagens do estado. Tomamos um refrigerante para aliviar o calor e crescer os olhos sob a vista. A ideia original era passar na Casa do Alemão, em São João de Meriti. Jogamos a ideia pela janela porque o lugar estava lotado de torcedores barulhentos. Nós adoramos futebol, eu e a Bárbara nos conhecemos porque torcemos para o mesmo time, mas achei que seria mais legal para a nossa viagem  de casal se seguíssemos adiante. Suor e grito não combinam muito com Mini Cooper. E a Casa da Picanha, com esse  nome bem direto, tinha uma vista de fazer a Bárbara suspirar enquanto eu espiava um pouco do jogo.

No meio do caminho, porém, nossos  planos de curtir o domingo à noite na estrada foram por água abaixo. Choveu uma barbaridade depois da serra e a nossa única preocupação foi encontrar um lugar seguro para estacionar. Sem nenhum esforço, achamos um dos tantos Graals que se espalham pela Dutra e entendemos o porquê de tanto amor e ódio concentrado no shopping center rodoviário. O Graal tem tudo o que um viajante procura. Qualquer viajante, aliás, e o resultado são filas enormes no banheiro, no restaurante, na hora de pagar.

Um pouco assustados com a possibilidade de chegarmos em uma São Paulo alagada, aceleramos o passo e seguimos sem parar até Guaratinguetá. Queríamos ir à Cervejaria do Gordo e, tal como a Casa do Alemão, seria ótimo ficar ali fazendo observações antropológicas sobre as moças do local, mas não conseguimos entrar porque a casa estava fechada para um evento (muito bem frequentado, aliás).  Então, fica a dica para o amigo solteiro: apesar do nome, a Cervejaria do Gordo pode ser um bom lugar para apreciar as belezas naturais da região.

Infelizmente, nos apressamos à toa. São Paulo estava bem, sem trânsito, nem muito quente nem muito fria. Deixamos o Mini Cooper na garagem e, apesar da tensão da chuva, chegamos em casa leves, como se tivéssemos ficado sem fazer nada durante uma semana. Dizem que os dias tensos valem por dez. Os dias tranquilos também. Combinamos de fazer viagens como essa outras vezes (sem o Mini Cooper, infelizmente). E eu decidi que, para a viagem ser ainda mais legal, vou tentar dirigir. É uma delícia ser dono do seu caminho. E, para ser sincero, não quero que a Bárbara diga às amigas que a viagem seria ainda mais incrível se ela tivesse alguém com quem revezar ao volante.

PONTOS DE PARADA

FRANGO ASSADO
Rod. Presidente Dutra, km 81,2, sentido São Paulo-Rio, em Roseira (SP)
QUANTO GASTAMOS: R$ 20 (nosso kit contra ressaca inclui dois sanduíches e dois copos de Coca)
BOM PARA: ir com ela e com os amigos. É uma parada simples, limpa e rápida

RESTAURANTE O PATURI
Rod. Presidente Dutra, km 59,8, sentido São Paulo-Rio, em Guaratinguetá (SP)
QUANTO GASTAMOS: R$ 120 (dois pratos, dois sucos, duas sobremesas. É o francês que satisfaz)
BOM PARA: ir com ela (como todo restaurante francês)

CERVEJARIA DO GORDO
Entre no km 57 da Dutra, sentido São Paulo-Rio. A cervejaria fi ca na Estr. Municipal de Lorena, 167, em Lorena (SP)
QUANTO GASTAMOS: nada. Não conseguimos entrar porque estava acontecendo um evento fechado. A casa só abre para todo mundo aos sábados à noite
BOM PARA: ir solteiro, com os amigos (os amigos do Vale do Paraíba dizem que as moças são muito bem desenhadas…)

HOTEL FAZENDA VILLA-FORTE
Na altura do km 330 da Dutra, em Engenheiro Passos (RJ). No sentido Rio-São Paulo, pegue a saída 330B da Dutra. No sentido São Paulo-Rio, é a saída 330.
QUANTO GASTAMOS: nada. Foi uma parada para descansar. Se você quiser fi car por lá, um fi nal de semana, para casal, sai por R$ 489, com todas as refeições inclusas
BOM PARA: ir com ela e com os amigos

SORVETERIA FINLANDESA
Rua das Velas, 32, centro de Penedo
QUANTO GASTAMOS: R$ 14 (duas bolas de sorvete para cada um)
BOM PARA: ir com ela

AUTORAMA NUMBER ONE
Rua das Velas, 100, centro de Penedo (fi ca dentro do Shopping Casa de Papai Noel)
QUANTO GASTAMOS: R$ 30 (algumas corridas, além do copo de Coca)
BOM PARA: ir com os amigos (a minha namorada gostou, mas acho que foi exceção)

HOTEL MARISKA
Rua Esporte Clube, 3, em Penedo (RJ). Fica perto do centro da cidade
QUANTO GASTAMOS: R$ 120 a diária
BOM PARA: ir com ela (o chalé é muito romântico para levar a turma do futebol)

CASA DO FRITZ
Av. das Mangueiras, 518, no centro de Penedo
QUANTO GASTAMOS: R$ 70 (dois chopes, dois pratos)
BOM PARA: ir com ela e com os amigos (mas os amigos, provavelmente, vão gostar mais)

CASA DA PICANHA
Rod. Presidente Dutra, km 209, sentido Rio-São Paulo, em Seropédica (RJ)
QUANTO GASTAMOS: R$ 7 (dois refrigerantes)
BOM PARA: ir com ela, se quer ver a paisagem. Ir com os amigos, se é para comer… picanha

BAR URCA
Rua Cândido Gaffrée, 205, Urca, Rio de Janeiro
QUANTO GASTAMOS: R$ 150 (um prato grande para duas pessoas, com bebida, além de entrada e sobremesa)
BOM PARA: ir com ela e com os amigos

MINI COOPER S CABRIO
PREÇO:
R$ 143 750
VELOCIDADE MÁXIMA: 222 km/h
ACELERAÇÃO (DE 0 A 100 KM/H): 7,4 segundos
CONSUMO: faz 100 km com 6,4 litros
CÂMBIO: automático, com 6 velocidades
COMBUSTÍVEL: gasolina
RODAS: liga leve 16”
CAPACIDADE: quatro (mas, com conforto, é melhor ir em dois)

AGRADECIMENTO: CALTABIANO/MINI