Pop reina nas roupas do tapete vermelho do Grammy

O que funciona na premiação é usar algo que reafirma a singularidade do artista - e causar o máximo possível

São Paulo – Não existe certo ou errado no tapete vermelho do Grammy. O que funciona nesse tipo de premiação é aquilo que ajuda a reafirmar a singularidade do artista – e a causar o máximo possível. Por isso, neste domingo, 10, circularam por ali, com a mesma desenvoltura, modelos que reverenciavam o country, o rap, o rock e, principalmente, o pop.

Lady Gaga na 61º edição do Grammy Lady Gaga na 61º edição do Grammy

Lady Gaga na 61º edição do Grammy (Lucy Nicholson/Reuters)

Lady Gaga, a rainha da extravagância, numa fase discreta para os padrões de seu guarda-roupa, chegou com um longo prateado com um interessante franzido lateral. Estava bonita com uma maquiagem leve e o cabelo solto e tingido do mesmo tom de prata do vestido.

Cardi B. na 61º edição do Grammy Cardi B. na 61º edição do Grammy

Cardi B. na 61º edição do Grammy (Lucy Nicholson/Reuters)

No posto de causadora da vez, destaque para Cardi B, a rapper que surgiu com enormes babados estruturados que evocavam uma Vênus contemporânea.

Janelle Monae na 61º edição do Grammy Janelle Monae na 61º edição do Grammy

Janelle Monae na 61º edição do Grammy (Lucy Nicholson/Reuters)

O chapéu intrigante de Janelle Monáe arrematava o vestido de decote V e ombros pontiagudos, enquanto Miley Cyrus posava de sexy com smoking sem camisa.

Miley Cyrus na 61º edição do Grammy Miley Cyrus na 61º edição do Grammy

Miley Cyrus na 61º edição do Grammy (Lucy Nicholson/Reuters)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.