O aroma do bom vinho

Você pode encontrar uma série de diferentes aromas em vinhos de qualidade

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Você já deve ter visto um enólogo em ação e percebido que antes de beber ele leva a taça até o nariz, logo após de dar uma pequena chacoalhada. É um dos primeiro passos da degustação. O movimento circular com a taça serve para liberar os aromas, que são muitos e estavam enclausurados na garrafa durante anos. O resultado sempre reserva uma surpresa.

Os grandes vinhos tem uma grande capacidade de desenvolver variados aromas pelo passar dos anos. O olfato é muito mais sensível que o paladar e permite a observação de características que poderiam nunca ser descobertas apenas se tomando a bebida.

Você sabe como reconhecer um bom vinho pelo olfato?

O primeiro passo é simples: basta ver se os aromas são agradáveis ao seu nariz. Se não forem, muito possivelmente o vinho é ou está ruim. Bons vinhos têm muitos aromas intensos e sutis, de fácil percepção. Já os ruins, quase não têm aromas perceptíveis.

Quanto a classificação por aromas, você deve saber que existem diferentes estágios.

Os aromas primários são provenientes da uva. É difícil que eles permaneçam no vinho durante muito tempo, pois perdem espaço para outras substancias durante o processo de fermentação. Por outro lado, há tipos, como o Moscatel, onde o cheiro da uva pode ser encontrado.

Os aromas secundários são exatamente daquelas substâncias que são liberadas durante a fermentação, como o álcool. Esses aromas costumam lembrar frutas frescas e doces nos vinhos brancos. Já nos vinhos tintos, eles lembram frutas vermelhas e especiarias, além de ervas e outros vegetais.

Por último, existem os aromas terciários. Eles são a junção de todos os outros, formados durante o processo de envelhecimento da bebida. Esses aromas formas os buquês do vinhos de boa qualidade.