Atores de “Transformers 4: A Era da Extinção” apresentam filme no Rio de Janeiro

Produção se passa alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago

“Transformers 4: A Era da Extinção” estreia nesta quinta-feira (17) no Brasil, e os fãs do filme, que conta com robôs alienígenas gigantescos, já estão ansiosos para ver a produção que agora possui um novo elenco e inicia uma nova trilogia.

Os atores Nicola Peltz e Jack Reynor – novo casal romântico do longa -, o diretor Michael Bay e o produtor Lorenzo di Bonaventura vieram ao Rio de Janeiro para promover o novo filme da franquia. A quarta edição da série “Transformers” deve se tornar um dos filmes com maior bilheteria de 2014, já que os três filmes anteriores geraram US$ 2,7 bilhões em vendas de ingressos no mundo todo.

A produção se passa alguns anos após o grande confronto entre Autobots e Decepticons em Chicago, quando os gigantescos robôs alienígenas desapareceram. Os robôs, caçados pelos humanos, se escodem, e Cade, um inventor interpretado por Mark Wahlberg, encontra um caminhão abandonado, sem imaginar que o veículo se trata de Optimus Prime, o líder dos Autobots.

Cade dá vida ao transformer, e junto com sua filha Tessa, vivida por Nicola Peltz, entra na mira das autoridades americanas. Durante a aventura, pai e filha contam com a ajuda de Shane, vivido por Jack Reynor, que é um piloto de corridas e namorado de Tessa.

O longa conta com muitas cenas de ação e, claro, com efeitos espaciais de tirar o fôlego.

Em entrevista à Agência Efe, Jack Reynor disse que não tinha participado de produções com grande efeitos como essa.

“Não é necessariamente algo que eu já tinha feito antes, eu venho de filmes independentes muito focados em personagens, enquanto este filme é baseado na visão do diretor e nos efeitos especiais para que faça você parecer bom, e isso foi o que o Michael Bay fez por todos nós, ele realmente um visionário e um grande diretor, o que torna seus filmes únicos”, afirmou.

Sobre o grande número de fãs do filme pelo mundo e a pressão de tornar esta nova trilogia um sucesso, Reynor disse se sentir confortável, já que a história é nova.

“É meio que confortável, já que o filme já possui uma grande legião de fãs. Nós não carregamos nenhum estigma em relação aos filmes anteriores. Nós criamos personagens originais e uma nova história. Felizmente nós temos muitos fãs leais como podemos ver aqui, e isso é uma grande coisa. É incrível ver esses fãs pirando. Estamos muito felizes”, disse o ator.

A jovem Nicola, que interpreta a nova musa da produção, está animada com o sucesso que o filme pode fazer com os fãs da saga, e disse que foi divertido fazer as cenas de açaõ.

“Eu definitivamente era uma dessas fãs, é muito empolgante só de estar envolvida nisso. Foi realmente muito divertido. Jack e eu treinamos muito antes das cenas, então nos sentimos muito preparados para realizá-las”, disse a jovem.

Se o filme traz ação, o grande responsável por isso é o diretor Michael Bay, que foi um dos nomes mais gritados pelos fãs que compareceram ao tapete vermllho. Muitos deles, jovens que carregavam miniaturas de robôs, choraram ao ver o homem que deu vida aos transformers nas telonas.

Depois de uma trilogia de sucesso, Bay falou sobre as novidades que esta nova trilogia vai apresentar aos fãs da franquia.

“A grande diferença é que é um elenco novo em folha. Tentanmos reinventar, dar uma nova vida, mantê-lo fresco, para dar incio a uma nova trilogia”.

O longa possui muitas locações na China, o que rendeu uma das maiores bilheterias do país. O diretor explicou a escolha dos lugares que tornam o filme muito mais atraente.

“Esse filme, se você olhar, nós viajamos ao redor do mundo. Fomos ao Egito, à Jordânia, estivemos em quase todo o território americano. Acho que as locações é que tornam tudo mais interessante, e isso funcionou na China, que teve a maior arrecadação de todos os tempos no país. Acho que a China tem locações incríveis, isso que me inspirou a ir lá”.

O produtor do longa, Lorenzo di Bonaventura, acredita que o grande sucesso do filme na China se deve ao fato de que, há cerca de 30 anos, ele era um dos principais programas infantis que os chineses assistiam.

“A experiencia chinesa é um pouco diferente porque eles, durante os anos 80, só tinham disponíveis dois programas infantis. Um deles era o Transformers, então eles se mantiveram apegados aos personagens como se fosse uma religião, e isso é fantástico”, disse Bonaventura.

Perguntado se um dia o Brasil poderia ser uma das locações da franquia, o produtor disse que a ideia não é ruim e que ficaria em dúvida sobre qual lugar do país escolher.

“A gente adoraria filmar no Brasil, mas o mais dificil de filmar aqui é que o país possui tantos lugares extraordinários. Qual a gente escolheria? Eu não sei, mas me divertiria em fazê-lo. Acho que a receptividade aqui tem sido muito boa. Nós gostaríamos de ir a novos lugares e dar ao público novas experiências, talvez seria divertido ir para a Amazônia”, concluiu o produtor.