7 sinais de que 2018 é o ano do churrasco no Brasil

Que o nível do nosso churrasco é excelente, nenhum brasileiro duvida. Aliás, churrasco é paixão nacional e ai de quem desvalorize nosso talento na brasa

Carne Churrasco Argentino

 (Pinterest/Reprodução)

Em 2018, a grande virada para quem trabalha no ramo da carne é que o mundo também passou a olhar para o nosso churrasco, as nossas técnicas e os nossos churrasqueiros.

Além disso, o próprio mercado interno está apostando nessa área, promovendo cada vez mais festas temáticas e incorporando o sabor do churrasco nos menus dos paladares mais exigentes.

Sete sinais reforçam a tese de que 2018 é o ano do churrasco no Brasil:

1. Pela primeira vez, uma equipe brasileira de pitmasters (mestres-churrasqueiros) está sendo formada para competir no Campeonato Mundial de Churrasco Americano, no Tennessee, em outubro.

A turma será selecionada durante o ano pela Pitmasters Brasil, chancelada pela Kansas City Barbeque Society – KCBS, mais renomada entidade do ramo no mundo.

 

2. Do outro lado do globo, na Austrália, uma vaga também foi oferecida pela primeira vez para um profissional brasileiro.

Daniel Lee julgará a disputa pelo título de melhor churrasqueiro do campeonato australiano Meatstock, em Sydney, no mês de maio.

 

3. As oportunidades não se restringem aos homens: a churrasqueira Paula Labaki é a primeira mulher brasileira convocada para o Festival de Algarve, em Portugal, em março.

 

4. A Jack Daniel’s, marca norte-americana de uísque, está prestes a lançar no Brasil, também de maneira inédita, uma ação focada em barbecue: a Jack Daniel’s BBQ.

 

5. O açougueiro Alder Lopes embarca, em março, com a primeira equipe de competidores do país para o campeonato World’s Butchers Challenge, na Irlanda.

 

6. Dados da organização do Festival Churrascada, que estreou em São Paulo em 2015 sem concorrentes, mostram centenas de festas do gênero acontecerão este ano espalhadas por todas as regiões do país, incluindo norte e nordeste.

Em três anos, o público do evento praticamente dobrou (de 1.300 pessoas, em 2015, para 2.300 pessoas) e o ticket médio passou de R$ 250 para R$ 350, por evento.

 

7. Por último, o jovem chef Rodolfo de Santis (proprietário do Nino Cucina, em São Paulo) vai inaugurar em breve seu mais novo restaurante totalmente focado em diversas técnicas de preparo de carnes, que deverá ter uma espécie de açougue construído no centro da área das mesas.

Quer vitrine maior que essa?