Dilma diz que busca melhorar ambiente de negócios

Presidente disse que seu governo tem trabalhado para melhorar o ambiente visando desencadear um avanço significativo nos investimentos

Brasília – A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira que seu governo tem trabalhado para melhorar o ambiente de negócios no Brasil, visando desencadear um avanço significativo nos investimentos produtivos.

Durante cerimônia de lançamento de um programa de investimentos em aeroportos, a presidente elencou uma série de medias adotadas por seu governo, como a redução da taxa de juros, a diminuição dos impostos, e afirmou que atualmente o país pratica uma taxa de câmbio “mais realista”.

“Eu tenho dito que um dos maiores desafios da economia brasileira é o aumento da competitividade da taxa de investimento”, disse a presidente.

“Nós estamos melhorando o ambiente de negócios do Brasil. Temos de desencadear um imenso avanço nos nossos investimentos produtivos, que durante muito tempo tiveram alguns entraves, entraves à nossa competitividade”, disse a presidente.

Dilma voltou a lembrar das desonerações realizadas por seu governo para incentivar alguns setores da economia, e reiterou o compromisso de reduzir a carga tributária do país.

“Agora, com os juros caindo, e eu queria reafirmar aqui o nosso objetivo de tornar a carga tributária muito menor no Brasil, nós queremos eliminar a logística cara, ineficiente. Queremos que haja uma estabilidade para que as pessoas invistam.” Dilma disse ainda ter o compromisso de dobrar a renda per capita do Brasil e acrescentou, que para isso, será preciso investir em educação.

No momento em que há impasse no Congresso sobre o veto parcial da presidente à nova regra de distribuição de royalties do petróleo, defendeu que esses recursos sejam usados na educação.

“Dobrar a renda per capita desse país, esse é um desafio que só dá certo se todos nós pegarmos juntos, governos, governadores, prefeitos, empresários, a sociedade como um todo, os movimentos sociais.” O plano anunciado prevê 11,4 bilhões de reais para as concessões dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, em Minas Gerais, e programa de investimento em aviação regional com recursos da ordem de 7,3 bilhões.