Alimentos ficam mais caros em SP mas inflação cai

Maior pressão sobre o orçamento doméstico partiu dos itens alimentícios com avanço de 0,72% ante um recuo de 0,43% em agosto

Brasília – O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, atingiu 0,21% no fechamento de setembro ante alta de 0,34%, em agosto.

Esse resultado reflete a queda de 0,22% no grupo habitação. Dos sete grupos pesquisados, este foi o único com preços em baixa na comparação com agosto, quando havia apresentado alta de 1,2%.

A maior pressão sobre o orçamento doméstico partiu dos itens alimentícios com avanço de 0,72% ante um recuo de 0,43% em agosto.

Em transportes, a taxa passou de 0,11% para 0,13%; em despesas pessoais, de 0,25% para 0,29%; em saúde, de 0,34% para 0,47%; em vestuário, de -0,22% para 0,22% e, em educação, de 0,01% para 0,10%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o IPC da Fipe indica alta de 5,49% e desde janeiro deste ano, 3,57%. Em um ano, a maior taxa foi registrada em despesas pessoais (9,18%), seguida por educação (8,54%); saúde (6,88%); alimentação (6,61%); habitação (4,3%)transportes (3,33%) e vestuário (2,74%).