Hawking diminuiu a data de validade da civilização. De novo

Atualização dos números é a prova definitiva de que o astrofísico virou estagiário do diretor de filmes-catástrofe Roland Emmerich

Em novembro do ano passado, o astrofísico britânico Stephen Hawking deu à civilização um prazo de validade exíguo: mil anos. Segundo ele, se não dermos um jeito de sair da Terra até lá, o planeta irá sucumbir sob o peso da ação humana e se tornar inabitável.

A SUPER, na época, aproveitou a ocasião para fazer uma lista com todos os outros anúncios apocalípticos do cientista, que envolvem inteligência artificial, armas autônomas e até alienígenas – quando o assunto é fim do mundo, não há imaginação mais fértil.

Agora, Hawking atualizou a previsão de 2016. E o novo valor – meros cem anos para o fim! – é a prova definitiva de que o astrofísico virou estagiário do diretor de filmes-catástrofe Roland Emmerich.

A estimativa vem junto com um novo documentário da emissora pública de rádio e TV britânica, a BBC. O programa se chamará Expedição Nova Terra, e sua descrição é tão fleumática quanto um inglês pode ser.

“O professor Stephen Hawking acha que a espécie humana deverá ocupar um novo planeta em no máximo 100 anos se quiser sobreviver. Com as mudanças climáticas, quedas de asteroide iminentes, epidemias e crescimento da população, nosso planeta está cada vez mais precário.”

A ideia do filme é justamente discutir questões-chave para a grande migração que a humanidade, na opinião do cientista, precisará encarar quando nosso planeta virar o mundo poluído de Wall-E. Hibernação induzida para longas viagens espaciais e foguetes de plasma estão na pauta do dia.

Hawking é exagerado, sem dúvida, mas não se limita a anunciar o apocalipse: também toma providências quando necessário.

Ele já assinou uma petição que busca guiar o desenvolvimento de inteligência artificial para que ele seja benéfico para a humanidade, e tem planos, com o bilionário russo Yuri Milner, de levar sondas ao exoplaneta Proxima B em uma viagem de apenas 20 anos.

Elas seriam impulsionadas por canhões laser montados aqui mesmo, na superfície da Terra. O planeta rochoso, que está na zona habitável da anã-vermelha Proxima Centauri, é o astro mais próximo da Terra com potencial para abrigar o ser humano.

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da Superinteressante.

Comentários

Não é mais possível comentar nessa página.

  1. Onde que esse cara tá tirando essas previsões extravagantes e exageradas, será que ele fica sentado naquela cadeira, sendo controlado como um mero marionete? Ou o estado dele afetou a cabeça para pensar assim.

  2. Sassá Mutema

    Hawking, meu caro, vá tomar no cu.

  3. escritorio cia

    Manda essa criatura ter fé em Jesus!E ainda tem gente que dá credibilidade a essas lorotas kkkk

    1. Gustavo Tokuno

      Você por acaso sabe quem ele é? Provavelmente não, pois para falar uma estupidez dessa. Ele nada mais nada menos recebeu mais de 20 prêmios distintos por descobertas e levantamentos teóricos que contribuíram com a evolução da humanidade, tudo bem embasado e com argumentos para provar seus pontos.
      Agora você quer que uma pessoa cética, como ele, com profundo conhecimento, tenha fé em Jesus? Jesus não irá impedir as pessoas de poluirem o meio ambiente, desmatar as florestas, criar bombas nucleares/químicas de destruição em massa. Isso quem deve fazer somos nós! Então vamos deixar a fé de lado nesse momento e abrir os olhos a realidade.

      Aliás, vc sabia que a Nasa recentemente inventou a propulsão a laser? Ou seja, pode não haver mais limites a propulsão pois até hoje os foguetes utilizam propulsão química, o que cria um limite a potência? Assim sendo, a viagem interestelar se torna uma realidade cada vez mais próxima? Provavelmente não. Então que tal estudar um pouco mais antes de só ler a Bíblia e criticar alguém que escreveu milhares de paginas com informações super úteis e devidamente estudadas?

  4. Os comentários aqui abaixo me deixaram preocupado. Vocês estão pouco se importando com isso, né? É bom saber que existem pessoas que se preocupam com o futuro do planeta, e não com o próprio rabo.

  5. Luciano Leite Galvão

    Hawking está muito pessimista com os 100 anos. Nos próximos sem anos é previsto uma chuva de meteoros que vai vir em direção a Terra, mas não vai ser este o fim ainda. Este tipo de morte pode acontecer, mas as inovações tecnológicas avançam do mesmo jeito que avança as formas de nos auto destruir. A morte fatal e inevitável é o crescimento do Sol e de sua luminosidade que fará o aumento efetivo da temperatura e alterações efetivas no clima. Eu como leigo e como pessoa apaixonada pela ciência e tecnologia acredito que esse fim aconteça em torno dos 200 milhões se nossa organização ficar ecológica e nenhum asteroide brutal e indefensável aparecer.
    A existência de vida de qualquer tipo na Terra só pode existir num intervalo de 2 bilhões de anos no máximo dentro dos 11 bilhões de anos que o Sol tem para nascer e morrer. A Terra ficará antes como Vênus antes de secar e ser engolido ou pelo menos virar um torrão.
    Eu não acredito num fim próximo. Pela minha leve intuição sobre o assunto será bem provável que teremos diversos habitats pelo espaço terra formados, naturais ou em bases próximas a fonte de recursos.

  6. Luciano Leite Galvão

    Cem escrito sem.

  7. Luciano Leite Galvão

    Vai que até a Terra ganha novo Sistema Solar.