Saiba detalhes sobre os concursos feitos pela FGV

Confira os detalhes das provas organizadas pela FGV para vagas no setor público, e saiba tirar o melhor com base no perfil dessa banca

São Paulo – Os candidatos devem priorizar conhecimentos específicos na hora de se preparar para concursos públicos elaborados pela banca examinadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV). É o que apontam especialistas em concursos públicos consultados pelo site Exame.

Responsável pela criação e correção de exames de instituições como a Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro e  a Fundação Osvaldo Cruz, a FGV tem a tradição de valorizar questões relacionadas com a rotina do cargo disputado no concurso público. Para completar, nos últimos três anos, segundo os especialistas, a banca passou a adotar questões com um perfil mais multidisciplinar.

De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da escola preparatória Academia do Concurso, essas questões, geralmente, exigem um nível de profundidade no assunto bastante alto. Fato que, segundo ele, tem assustado muitos candidatos.

Nas questões jurídicas, a banca segue a tradição de fazer uma cobrança doutrinária da legislação. Prioriza questões conceituais sobre as leis, com respostas curtas. Para o concursos organizados pela FGV, o professor José Granjeiro, da GranCursos, recomenda os livros assinados pelo professor Alexandre de Moraes. De acordo com ele, esse autor é a base para muitas citações da prova de Direito Constitucional aplicada pela banca.

Já nas provas de português, o destaque vai para as questões de gramática. Por tradição, a banca utiliza textos retirados de diversas fontes para que o candidato faça a análise gramatical do excerto.

O candidato precisa estar pronto para questões de múltipla escolha, com cinco alternativas. No caso das provas dissertativas, a banca estipula um limite de até quatro questões por exame. O candidato tem o máximo 60 linhas para responder cada questão.

Em exames com duas fases, o candidato deve acertar no mínimo 50% da prova para passar para a próxima etapa. “Mas, geralmente, as notas de corte são altas na classificação final”, afirma Granjeiro.

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