Os países preferidos pelos brasileiros que querem intercâmbio

Agência de educação do governo da Nova Zelândia faz webinar para tirar dúvidas de quem quer estudar e trabalhar no país que é o 4º do ranking

São Paulo – O Canadá é o destino preferido para intercâmbio, segundo a Pesquisa Selo Belta 2017, que teve 1.145 pessoas participantes, entre estudantes e representantes de agências.

Entre os entrevistados, 43,5% já tinham experiência de viagem para curso no exterior e os outros estavam planejando estudar fora.

As seis primeiras posições do ranking ficaram países de língua inglesa, e o Canadá teve mais 20% da preferência. A pesquisa mostra que quem escolhe fazer intercâmbio está pensando nos resultados positivos que a experiência traz para a carreira. Aprender outro idioma, melhorar o currículo e ter experiência com foco na carreira são as principais razões citadas para estudar fora.

Confira o ranking:

País % de estudantes que escolheram
Canadá 20,90%
Estados Unidos 16,70%
Reino Unido 16%
Nova Zelândia 8%
Irlanda 7,60%
Austrália 5,30%
Espanha 3%
Portugal 2,30%
Itália 2,30%
Argentina 2,10%
África do Sul 1,70%
França 1,70%
Holanda 1,50%
Malta 0,80%
Chile 0,60%
Coreia do Sul 0,20%
Dinamarca 0,20%
Demais países 7,20%

Webinar para tirar dúvidas sobre estudo e trabalho na Nova Zelândia

À frente da Austrália e até da Irlanda, destinos de intercâmbio bastante consolidados entre os brasileiros, a Nova Zelândia  (4º do ranking) e as condições oferecidas para quem deseja estudar e trabalhar no país serão tema de um webinar, na quarta-feira, dia 9 às 19h.

Organizada pela Education New Zealand, agência do governo responsável pela educação internacional no país, a conferência virtual é grátis e em português. Para participar, basta se inscrever pelo site do webinar.

Os participantes poderão tirar dúvidas e conhecer os diferentes programas de estudo oferecidos pelas instituições de ensino e seus pré-requisitos. Um dos principais fatores que colocam a Nova Zelândia entre os países mais desejados pelos brasileiros para intercâmbio está a possibilidade de trabalho para os estudantes.

Quem faz curso de inglês com duração total a partir de 14 semanas e carga horária de 20 horas semanais têm permissão para trabalhar também 20 horas por semana.

Além das 20 horas semanais de trabalho durante o período letivo, alunos de graduação podem trabalhar quantas horas quiserem durante as férias.

Para quem faz mestrado ou doutorado não há limite para o período de trabalho, já que o governo país tem grande interesse em atrair “cérebros” para lá. Parceiros de estudantes de pós-graduação também podem trabalhar quantas horas quiserem.

No site de imigração da Nova Zelândia é possível conferir os diferentes tipos de vistos oferecidos para estrangeiros que vão estudar no país.

SERVIÇO

Webinar sobre trabalho e estudo na Nova Zelândia

Quando: quarta-feira, dia 9, às 19h

Inscrições: gratuitas pelo site do evento

 

 

Comentários

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  1. Luís Ferracini

    Uma boa notícia faz a gente sentir-se bem: Assim como você se imagina em sua alma, assim você é! Se imagine FALANDO INGLÊS AGORA! Siga este método (http://bit.ly/2sXQbcP) que possui uma técnica de aprendizagem acelerada, usada por grandes personalidades no exterior, mas que quase ninguém compartilha no Brasil! E, você vai estar FALANDO INGLÊS EM POUCAS SEMANAS! SENSACIONAL!

  2. Ingês Gratuito

    É muito bom aprender inglês em um país de língua inglesa.
    http://www.inglesgratuito.com.br/